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Eleições 2022

Ficha limpa e luta em defesa dos direitos do cidadão avalizam Gisela Simona, afirmam eleitores

Publicado em

MATO GROSSO

Eleitores justificam o voto em Gisela Simona por sua trajetória pautada na ética, honestidade e sua luta de mais de 20 anos em defesa dos direitos do cidadão no Procon-MT. Gisela, que é cuiabana, formada em Direito pela Unemat e servidora pública, busca uma vaga de deputada federal pelo União Brasil calçada em 40 propostas para Mato Grosso. 

Cristiane Vaz dos Santos entende que Gisela Simona já provou que tem capacidade para alçar voos mais altos. “Não é porque ela é melhor do que ninguém, mas porque ela tem um propósito pessoal de proteger as pessoas e o Procon foi um grande laboratório neste sentido, porque é onde ela exercita a paciência, a escuta e a empatia”, observa a colega de trabalho.

Gisela veio sendo preparada para de fato e hoje tanto ela quanto aqueles que a conhecem tem a certeza de que o seu tempo de ampliar o alcance da sua atuação em defesa do cidadão chegou . “A gente crê que todos os esforços para que isso aconteça até aqui não serão em vão”.

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Gisela Simona 4440

 

“O Procon ficou pequeno para Gisela porque ela precisa lutar por mais pessoas e vai poder fazer isso como deputada federal, porque tudo o que ela faz é com excelência e por isso é certo que ela vai lutar para concretizar as suas propostas”.

É com esta convicção que a também servidora pública Márcia Calazans justifica seu voto em Gisela Simona, que propõe um mandato pautado na integridade, ética, respeito à Democracia, combate à corrupção, em busca da promoção da cidadania e qualidade de vida para o mato-grossense.

Sem muros

Joelcirney Santos Klimaschewsk, que acompanha a trajetória de Gisela desde o Procon e segue apoiando o seu projeto político, destaca a capacidade de dialogar de Gisela Simona como um de seus adjetivos. “Para Gisela não existem muros, mas calçadas, e isso significa acolher, ouvir, dialogar, e é por isso que ela chegou até aqui, mas não ficou na zona de conforto. Ela coloca o seu tempo e sua energia para defender o povo mato-grossense em Brasília”.

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Mas, não somente as pessoas que a conhecem pessoalmente falam sobre os serviços prestados de Gisela Simona. Morador do bairro Tijucal, Robson dos Santos já decidiu o seu voto. “Eu e minha irmã já precisamos do Procon e Gisela fez de tudo para que o nosso problema fosse resolvido e por isso o meu voto é dela para deputada federal”.

Sobre Gisela

Servidora pública e advogada, Gisela Simona foi superintendente do Procon-MT por nove anos, obteve 50.682 votos para deputada federal em 2018, 52.191 votos para prefeita de Cuiabá em 2020, e busca a eleição para a Câmara dos Deputados nestas eleições de 2022 pelo União Brasil com 40 propostas para Mato Grosso divididas em sete eixos:

Defesa dos direitos do consumidor e contribuinte, valorização das mulheres, defesa e valorização dos serviços públicos, saúde pública de verdade, geração de emprego e renda, proteção socioambiental e a causa animal. Confira aqui as 40 propostas.

 

Fonte: Eleições 2022

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MP MT

Liminar do TJMT mantém investigação de estupro de vulnerável

Publicados

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) obteve decisão liminar favorável no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que suspendeu o arquivamento de um inquérito policial que apura um crime de estupro de vulnerável na Comarca de Tapurah.A medida foi concedida pela desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, relatora do Mandado de Segurança Criminal impetrado pelo MPMT contra decisão da então Vara Única da comarca, que havia determinado de ofício o encerramento da investigação.O mandado de segurança foi ajuizado pela 1ª Promotoria de Justiça de Tapurah, por meio do promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, após o Juízo de primeiro grau indeferir um pedido de prorrogação de prazo para a realização de diligências complementares e, na sequência, determinar o arquivamento do inquérito policial sem manifestação ministerial pelo encerramento do caso.Na impetração, o MPMT argumentou que o arquivamento determinado de ofício representou interferência em atribuição constitucional do Ministério Público, titular exclusivo da ação penal pública. Conforme destacou o promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, a investigação possuía diligência essencial e viável ainda pendente de realização.Ao analisar o pedido liminar, a desembargadora relatora reconheceu, em juízo preliminar, a relevância das alegações apresentadas pelo Ministério Público. Na decisão, destacou que o sistema processual penal brasileiro é regido pelo modelo acusatório, no qual cabe ao Ministério Público formar sua convicção acerca da possibilidade de denúncia, da necessidade de novas diligências ou do arquivamento da investigação.A relatora ressaltou ainda que o requerimento ministerial não consistia em simples pedido genérico de prorrogação, uma vez que foram especificadas diligências concretas e sua finalidade para a conclusão da investigação.Com a concessão da liminar, ficam suspensos os efeitos da decisão que determinou o arquivamento do inquérito policial, preservando-se a possibilidade de realização das diligências consideradas necessárias pelo Ministério Público até o julgamento definitivo do mandado de segurança pela Turma de Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça.O MPMT ressalta que, em razão do segredo de justiça que protege a identidade das vítimas, não serão divulgadas informações adicionais sobre o caso concreto ou quaisquer dados que possam, direta ou indiretamente, identificá-las.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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