CUIABÁ
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

O Boletim do Suíno de agosto está disponível no site!

Publicado em

AGRONEGÓCIO

Cepea, 12/09/2022 – O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, disponibiliza hoje o Boletim do Suíno de agosto de 2022.

Confira aqui a publicação!

Abaixo, alguns trechos:

Mercado em agosto

As vendas aquecidas e as consequentes valorizações do suíno vivo ao longo da primeira quinzena de agosto superaram os recuos dos preços observados na segunda metade do mês. Diante disso, em agosto, o valor médio do animal negociado no mercado independente ficou acima do registrado em julho.

Preços e exportações

Os embarques brasileiros de carne suína, considerando-se produtos in natura e processados, atingiram volume recorde em agosto, tendo-se como base a série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), iniciada em 1997.

Relação de troca e insumos

Mesmo com a valorização do milho em agosto, o poder de compra dos suinocultores paulistas registrou sua sexta alta mensal consecutiva, favorecido pelos aumentos do preço do vivo comercializado no mercado spot. Frente ao farelo de soja, o poder de compra do produtor também cresceu, visto que o insumo se desvalorizou no último mês.

Leia Também:  Feiras Bio Brazil e Naturaltech destacam expansão do setor de orgânicos

Carnes concorrentes

Os preços médios da carne suína registraram aumento significativo em agosto, enquanto as carnes bovina e de frango se desvalorizaram. Esse movimento resultou na perda de competitividade da proteína suinícola frente às concorrentes.

Fonte: CEPEA

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Com colheita quase concluída, alta do dólar eleva cotações e anima o setor

Publicados

em

A valorização do dólar frente ao real garantiu um dia de altas praticamente generalizadas para os preços da soja nas principais praças de comercialização do Brasil na quarta-feira (27.05). A moeda norte-americana encerrou o dia com avanço de 0,66%, cotada a R$ 5,06, fator que compensou a estabilidade e a leve variação negativa de 0,06% nos contratos de julho da oleaginosa na Bolsa de Chicago, que fecharam a US$ 11,8525 o bushel. O movimento cambial estimulou as cotações domésticas tanto nos portos quanto nas regiões produtoras do interior.

O movimento ocorre em um momento em que os trabalhos de campo no País estão praticamente encerrados, restando pouco espaço para oscilações bruscas decorrentes de quebras de oferta. De acordo com o acompanhamento do setor, a colheita da safra entrou na reta final, consolidando um quadro de grande disponibilidade de grãos.

Em termos de volume total, as projeções oficiais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam para uma colheita estimada em 153 milhões de toneladas neste ciclo. O volume assegura o abastecimento interno e o cumprimento dos contratos de exportação, o que tende a limitar o potencial de altas expressivas nas cotações sem o suporte direto do câmbio.

Leia Também:  Banco Mundial e BNDEs destinam R$ 9,3 milhões para 16 projetos no Cerrado

Nos portos, o reflexo do avanço do dólar foi imediato. Em Paranaguá, o preço da saca de 60 quilos subiu R$ 1,00 em relação ao dia anterior, negociada a R$ 130,00. No terminal de Santos, o ganho foi de R$ 0,50, elevando a cotação para R$ 130,50. Já o porto de Rio Grande operou na contramão do movimento de alta e manteve a estabilidade, com a saca avaliada em R$ 128,00. No interior, os preços acompanharam a tendência dos portos paulista e paranaense, registrando valorização de R$ 1,00 nas praças de Ponta Grossa (R$ 125,00), Rondonópolis (R$ 111,00) e Luís Eduardo Magalhães (R$ 115,00).

A partir de agora, o mercado passa a concentrar as atenções na estratégia de comercialização do produtor, que vinha retendo o grão físico à espera de melhores margens de lucro. Com o tamanho da safra definido, o foco logístico migra para a pressão sobre as tarifas de frete rodoviário e para a disputa por espaço nos armazéns, que começam a receber os primeiros volumes da colheita de milho safrinha.

Leia Também:  Sistema de atualização do Mapa do Turismo Brasileiro está disponível

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA