CUIABÁ
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

CITROS/CEPEA: Volume de suco exportado na safra 21/22 cai

Publicado em

AGRONEGÓCIO

Cepea, 15/07/2022 – As exportações de suco de laranja em equivalente concentrado encerraram a temporada 2021/22 com leve queda de 3% em relação à anterior. Entre julho de 2021 e junho de 2022, os embarques para todos os destinos somaram pouco mais de um milhão de toneladas, de acordo com dados da Secex. Já a receita totalizou US$ 1,68 bilhão, avanço de 9% na mesma comparação. Segundo pesquisadores do Cepea, esta é a segunda safra consecutiva em que os embarques fecham com leve queda no volume e uma das justificativas para esse menor desempenho é a baixa produção de laranjas no cinturão citrícola (estado de São Paulo e Triângulo Mineiro) nas duas últimas temporadas (2020/21 e 2021/22), que reduziu os estoques de passagem. Já no caso da receita, o avanço esteve atrelado ao maior preço médio em dólar. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

Leia Também:  ARROZ/CEPEA: Com aumento da demanda e oferta limitada, Indicador sobe
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

Publicados

em

O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

Leia Também:  MANDIOCA/CEPEA: Movimentação do mercado é baixa neste fim de ano

Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

Leia Também:  Está disponível no site do Cepea o relatório de Custos de Produção de Pecuária

Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA