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A pedido de Raoni, governador vai trabalhar para construir o asfalto na MT-322

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A pedido do cacique Raoni Metuktire, o governador Mauro Mendes se comprometeu a buscar a resolução de pendências burocráticas para que o Governo do Estado possa fazer asfalto na MT-322, dentro de área indígena.

O compromisso foi assumido na tarde desta terça-feira (28.06), após reunião com Raoni e diversas lideranças indígenas no município de Peixoto de Azevedo.

De acordo com Raoni, que é uma das maiores lideranças indígenas do país, o asfalto dentro das reservas Maraiwatsede e do Parque do Xingu é uma demanda de toda a comunidade que vive nesses locais.

“Para os índios e não índios, estou com o governador tratando do asfalto da MT-322 até a beira do rio, dos dois lados do rio, dentro da aldeia. Queremos o asfalto”, afirmou Raoni.

Mauro Mendes afirmou que, por se tratar de área indígena, é necessário que o projeto do asfalto passe por trâmites em órgãos federais. Porém, ele se comprometeu a trabalhar para viabilizar os projetos e, com isso, o Governo poder construir o tão sonhado asfalto.

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“O Cacique Raoni está pedindo para o Governo fazer o asfalto até a beira do rio. A única coisa que ele não concorda, é com a ponte. Querem que deixe uma balsa, que eles cobram pedágio. Eles querem asfalto, pois isso traz qualidade de vida para eles também. Cacique, você tem o meu compromisso que vamos trabalhar para vencer os obstáculos e poder fazer esse asfalto”, pontuou.

Para Mauro Mendes, é dever do Governo respeitar e apoiar a vontade dos indígenas nas ações que possam melhorar a vida deles.

“A vontade dos indígenas tem que ser respeitada. E nós vamos trabalhar para que a vontade dos indígenas seja respeitada, e não de ONGs lá fora que ficam dando pitaco sobre o nosso país”, concluiu.

Fonte: GOV MT

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Polícia Civil deflagra operação “My Love” e avança investigações sobre desaparecimento de jovem

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (05.05), a Operação “My Love”, com foco no aprofundamento de investigações relacionadas ao desaparecimento de uma jovem ocorrido no final de 2025.

A ação é resultado de um trabalho investigativo contínuo da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, iniciado após o registro do desaparecimento de Karen Anelita Ferreira da Silva, de 25 anos, ocorrido em 09 de dezembro de 2025.

À época, o pai da vítima procurou a DHPP informando que a filha havia saído para trabalhar e não retornado para casa. A partir disso, foram empregadas diversas técnicas investigativas, incluindo análise de imagens, diligências de campo, campanas e levantamentos de inteligência, que subsidiaram a representação por medidas cautelares junto ao Poder Judiciário.

No curso das investigações, foi possível identificar indícios de que a vítima mantinha vínculo com a facção criminosa dominante na cidade e buscava mulheres para levar entorpecentes para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, conhecida como Mata Grande.

As apurações também apontam que o desaparecimento da jovem podia estar relacionado a conflitos internos envolvendo a atividade criminosa, especialmente desentendimentos com outras mulheres que faziam a mesma coisa.

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O nome da operação, “My Love”, faz alusão a esse contexto, no qual mulheres de reeducandos estariam sendo cooptadas para a prática delituosa de ingresso de drogas no sistema prisional.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis, as equipes policiais apreenderam porções de drogas como maconha e ecstasy, além de materiais utilizados no tráfico de entorpecentes e diversos dispositivos eletrônicos que teriam como destino o interior da unidade prisional.

Duas mulheres, de 31 e 35 anos, foram presas em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Uma delas também teve cumprido mandado de prisão temporária. Após os procedimentos legais, as investigadas foram encaminhadas à unidade prisional, onde permanecem à disposição da Justiça.

As investigações seguem em andamento, com o objetivo de esclarecer completamente os fatos, identificar outros envolvidos e responsabilizar todos os autores. O inquérito policial deverá ser concluído no prazo legal de 30 dias.

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Pharus

A Operação My Love integra a Operação Pharus, estratégia institucional voltada ao enfrentamento qualificado das facções criminosas e à desarticulação de suas atividades ilícitas, especialmente no que tange ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro, no âmbito do programa Tolerância Zero.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

Renorcrim

As atividades também estão inseridas no cronograma das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim), que reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência de combate de forma duradoura à criminalidade.

Fonte: Governo MT – MT

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