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POLÍTICA

Projeto torna obrigatória a divulgação de informações sobre injúria racial em eventos esportivos

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O deputado estadual Valdir Barranco (PT) apresentou, no dia 8 de junho,  em sessão na Assembleia Legislativa, um projeto de lei que torna obrigatória a divulgação de informações sobre injúria racial em eventos esportivos em todo estado de Mato Grosso. De acordo com a Projeto de lei nº 581/2022, as cerimônias esportivas com capacidade de público superior a cinco mil pessoas serão obrigadas a divulgar um alerta sobre a tipificação penal da injúria racial.

“Até mesmo o esporte, que é constantemente palco de manifestações de combate ao preconceito racial e fábrica de ídolos de pele negra, tem visto um crescimento alarmante de casos de racismo. Somente em 2019, os casos de injúria racial no esporte brasileiro cresceram a ponto de atingir o maior índice em cinco anos. Estes dados são do futebol, mas sabemos que as atitudes acontecem em outras modalidades esportivas”, justificou o parlamentar.

Ainda segundo a proposição, o aviso deverá ser divulgado em um telão ou sistema de alto-falantes. A organização do evento só estará liberada desta obrigação caso não possua nenhuma dessas tecnologias. O local também deverá deixar expresso que os espectadores podem ter a penalidade aplicada em caso de violação da determinação.

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O crime de injúria racial está previsto no Código Penal e prevê pena de um a três anos de reclusão. É considerado delito qualquer ofensa que tenha como base elementos referentes à raça, cor, etnia, religião, idade ou deficiência de alguém. A violação é diferente dos crimes de racismo, que tem penalidade mais severa e pode chegar até a cinco anos de prisão.

Fonte: ALMT

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Max propõe plebiscito e audiência pública para solucionar disputa territorial entre MT e Pará

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), apresentou nesta quarta-feira (10) três propostas para buscar uma solução consensual para a disputa territorial entre os estados de Mato Grosso e Pará, durante audiência de conciliação realizada no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília (DF).

A área em discussão abrange aproximadamente 22 mil quilômetros quadrados e é alvo de um impasse histórico entre os dois estados. Durante sua manifestação, Max Russi defendeu que o debate ultrapasse a questão dos limites territoriais e priorize as necessidades da população que vive na região.

Entre as propostas apresentadas pelo parlamentar está a realização de um plebiscito, permitindo que os moradores da área disputada possam se manifestar sobre qual unidade federativa desejam integrar administrativamente.

“Seria importante um plebiscito ouvindo aquelas pessoas, dando voz àquelas pessoas”, afirmou o presidente da ALMT durante a audiência.

Além do plebiscito, Max sugeriu que o STF promova uma audiência pública na própria região, possibilitando que representantes da Corte ou pessoas designadas pelo Supremo possam ouvir diretamente a população local sobre os impactos da disputa e as dificuldades enfrentadas no dia a dia.

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O deputado também propôs a criação de um mecanismo de segurança jurídica para os prefeitos dos municípios de Mato Grosso envolvidos, garantindo que gestores possam prestar serviços públicos à população sem receio de questionamentos por órgãos de controle, como Ministério Público e tribunais de contas.

Acesso – Durante seu pronunciamento, Max destacou as dificuldades enfrentadas pelos moradores da região para acessar serviços essenciais. Segundo ele, muitos cidadãos precisam percorrer longas distâncias para obter atendimento médico, educação e outros serviços públicos.

O parlamentar argumentou que, em alguns casos, moradores precisam viajar mais de mil quilômetros para buscar assistência, enquanto municípios mato-grossenses estariam muito mais próximos e preparados para oferecer atendimento.

O parlamentar também ressaltou que cerca de 20 mil atendimentos a cidadãos paraenses já foram realizados em municípios de Mato Grosso por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), demonstrando a integração existente entre as populações da região.

Fonte: ALMT – MT

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