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Terceira edição do Festival da Pamonha começa nesta quinta-feira (21) e ofertará mais de 20 toneladas da iguaria

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Luiz Alves

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A terceira edição do Festival da Pamonha terá início nesta quinta-feira (21), na comunidade Rio dos Peixes, situada às margens da rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251). A iniciativa é organizada pela Prefeitura de Cuiabá por meio da Secretaria Municipal de Turismo e terá início a partir das 9h.

A atividade  será realizada no período de 21 a 24 de abril e irá disponibilizar mais de 20 toneladas de pamonha com pelo menos dez opções. O Festival contará com 36 barracas e a oferta de outras iguarias de milho, como o curau. Haverá ainda e revenda de doces, espetinhos, comidas típicas e caldos. Os artesãos locais também irão realizar  uma grande exposição de produtos.

O Festival é uma estratégia para fomentar a economia e ajudar na divulgação dos atrativos de Cuiabá e integra um amplo calendário de eventos em celebração aos 303 anos da capital.

O evento  conta ainda com a participação das Secretarias de  Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico; Cultura, Esporte e Lazer; Mobilidade Urbana, Secretaria de Comunicação e a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb).

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SERVIÇO:

Pauta: Terceiro Festival da Pamonha 

Onde: Comunidade Rio dos Peixes (km 23 da Comunidade Rio dos Peixes) 

Horário de abertura: 9h 

Período de realização: 21 a 24 de Abril 

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Prefeitura e Judiciário discutem soluções para implantação de sedes de Conselhos Tutelares em Cuiabá

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Uma reunião entre representantes do Executivo municipal, Poder Judiciário e Procuradoria debateu alternativas jurídicas e orçamentárias para garantir a ampliação da estrutura física dos Conselhos Tutelares em Cuiabá. O encontro, realizado nesta terça-feira (12) tratou da construção de novas unidades, da possibilidade de locação de imóveis e da necessidade de assegurar continuidade administrativa ao projeto.

Participaram da reunião a titular da 1ª Vara Especializada da Infância e Juventude da Comarca de Cuiabá, Gleide Bispo Santos; o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini; o procurador-geral do Município, Luiz Antônio Araújo Jr; a procuradora-chefe judicial de Cuiabá e integrante do Comitê Estadual de Saúde do Poder Judiciário, Bianca Botter Zanardi; além da secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela.

Entre os assuntos abordados na reunião, alguns foram:

  • Situação do processo judicial que prevê a construção das sedes dos Conselhos Tutelares;
  • Limitações orçamentárias e previsão de recursos na Lei Orçamentária Anual (LOA);
  • Dificuldades para encontrar imóveis adequados para locação em diferentes regiões da cidade;
  • Possibilidade de utilização de áreas públicas para futuras construções;
  • Alternativas de parceria com a iniciativa privada para viabilizar estruturas sob medida;
  • Segurança jurídica e continuidade administrativa das políticas públicas voltadas à proteção da infância e adolescência.
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Durante a reunião, os participantes discutiram os impactos do processo judicial em andamento, iniciado após procedimentos conduzidos pelo Ministério Público, que estabelece como objeto principal a construção de sedes permanentes para os Conselhos Tutelares.

O debate também abordou os desafios financeiros enfrentados pelo município para execução imediata das obras. Entre os pontos discutidos estiveram a necessidade de inclusão de recursos na LOA e a definição de um cronograma escalonado de execução para os próximos exercícios orçamentários.

Outro ponto levantado foi a dificuldade de encontrar imóveis aptos para locação que atendam às exigências técnicas, de acessibilidade e infraestrutura necessárias para o funcionamento dos Conselhos Tutelares em diferentes regiões da capital.

Ao tratar das alternativas possíveis, foi discutida a adoção de modelos já utilizados em outros estados, com chamamentos públicos para que empresas privadas construam imóveis conforme especificações definidas pelo poder público, mediante contratos de locação de longo prazo.

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, destacou que a preferência inicial da gestão era pela locação de imóveis como forma de ampliar a estrutura de atendimento de maneira mais rápida, mas reconheceu os limites jurídicos impostos pela ação judicial em andamento.

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“A sugestão era seguir pelo caminho da locação, mas o processo trata da construção das unidades. Se esse é o entendimento consolidado judicialmente, precisamos seguir o que está estabelecido e buscar uma solução viável dentro dessa realidade”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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