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Municípios poderão receber recursos diretos para reconstrução de moradias destruídas por desastres

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Na quarta-feira, 6 abril, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) atualizou as regras e procedimentos que tratam do acesso e transferência de recursos ao Poder Público Municipal relacionados à reconstrução de moradias destruídas ou interditadas em decorrência de desastres. Uma das demandas dos gestores locais e pleito da Confederação Nacional de Municípios (CNM) relacionadas a agenda de habitação e defesa civil.

As novas regras estão sinalizadas na Portaria 998 de 2022. O primeiro procedimento para acessar recursos relacionados à habitação é o reconhecimento pelo Governo Federal por meio de Decreto de situação de emergência ou de estado de calamidade pública.

A novidade da Portaria, um pleito antigo da CNM que foi atendido, permite que os valores também poderão ser repassados a Estados e Municípios diretamente pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), com o aval da Secretaria de Habitação. Com o novo dispositivo, os Municípios poderão realizar licitações para contratar empresas locais que tenham interesse em fazer obras para reconstruir moradias que tenham sido destruídas por desastres.

A Confederação explica que, anteriormente os Municípios já contavam com um dispositivo legislativo para reconstrução de moradias e aquisição de novas unidades habitacionais para atingidos por desastres. Contudo, o procedimento envolvia repasse do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e pela Secretaria Nacional de Habitação (SNH).

O prazo para solicitar recursos para a execução de ações de reconstrução de unidades habitacionais destruídas por desastres é de até 90 dias da ocorrência do desastre, com a declaração de situação de emergência ou de estado de calamidade pública reconhecida pelo governo federal,  a  elaboração de plano de trabalho e relatório de diagnóstico, conforme os modelos previstos na Portaria.  

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As áreas técnicas de Planejamento Territorial e Habitação e Defesa Civil da CNM, chamam a atenção que não são suficientes apenas o envio dos documentos para acessar recursos, caberá  a aprovação do plano de trabalho pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil após consulta à Secretaria Nacional de Habitação sobre a possibilidade de atendimento por meio dos programas habitacionais do governo federal implementados, em destaque o Programa Casa Verde e Amarela. Com o aval da Secretária de Habitação, a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil comunicará ao Ente federado a possibilidade de formalização da demanda junto a Secretaria de Habitação, conforme disponibilidade do orçamento habitacional.

A entidade municipalista destaca a necessidade de cooperação entre as pastas municipais que tratam das questões habitacionais e de defesa civil para a clareza da construção do Plano de Trabalho.

Requisitos obrigatórios: Legislação Urbana e Plano Diretor
O Ente público deverá cumprir os requisitos urbanísticos dispostos nas leis urbanas derivadas, em destaque o Estatuto da Cidade, e as condições de conteúdo adicional dispostas no Plano Diretor daqueles municípios que integram o Cadastro Nacional sujeitos a  risco e, também,  a  Lei de Proteção e Defesa Civil.

A entidade destaca alguns pontos relevantes a serem observados pelos Municípios como:  assegurar a regularização da titularidade do terreno destinado à reconstrução das unidades habitacionais, ou seja, terreno regular do ponto de vista registral; monitorar as áreas desocupadas de forma a impedir a reocupação dos imóveis destruídos ou interditados definitivamente e o estabelecimento de novas ocupações; garantir a reconstrução das unidades habitacionais em área não suscetível a riscos de desastres e em parcelas legais com a infraestrutura essencial; prover as infraestruturas urbana e de serviços públicos necessárias à plena habitabilidade das unidades reconstruídas; e observar a legislação urbana local e as tipologias das moradias.

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Regras de enquadramento
A reconstrução de moradias com recurso federal fica limitada a renda mensal de até R$ 7 mil em área urbana.  Para aquelas que vivem em áreas rurais, o valor de renda é de R$ 84 mil anuais. As famílias que poderão ser enquadradas pelo poder local, devem ser àquelas que sejam proprietárias da unidade afetada e que não tenham outro imóvel próprio.

Fica proibido o  enquadramento de  beneficiários que tenham sido contemplados por  programa habitacional do Governo Federal ou quem tenha recebido benefícios de subvenção econômica com recursos da União destinados à habitação.

População que vive em áreas de risco
De acordo com dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), vinculado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações, estima que o Brasil já tem 9,5 milhões de habitantes que moram de maneira precária em áreas de risco sujeitas a deslizamentos de terra, enchentes e outros desastres provocados pelo clima que representa  mais de 2,5 milhões de moradias erguidas em áreas de risco sujeitas a desastres.

Para a entidade, em virtude do impacto da pandemia o número de população que atualmente não possui condições de pagar aluguel,  o baixo nível de atendimento da política federal de habitação  para a população de menor renda são fatores que podem contribuir para a elevação de moradias precárias em áreas de risco.

Para saber mais sobre a temática, acompanhe as páginas das áreas de Habitação e Planejamento Territorial para saber de recursos habitacionais e para saber como proceder em situação de desastres acesse a página de Defesa Civil.

Fonte: AMM

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Sinop

Domingo na Praça realizado pela Prefeitura de Sinop reúne cerca de 250 crianças e adolescentes no Alto da Glória

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo, promoveu neste Domingo (31) mais uma edição do projeto “Domingo na Praça”, reunindo aproximadamente 250 crianças e adolescentes, acompanhados de seus familiares, na Praça Central do bairro Alto da Glória. A ação reforçou o compromisso da gestão municipal em promover lazer, cultura, esporte e integração comunitária nos bairros do município.

Durante a programação, realizada das 16h às 19h, crianças, jovens e famílias participaram gratuitamente de diversas atividades culturais e esportivas organizadas pela Prefeitura. Entre as atrações estiveram golzinho, pula-corda, bambolê, amarelinha, xadrez, corrida de saco, cama elástica, pula-pula inflável, além de atividades culturais como pintura, dança, capoeira, pintura de rosto e tranças de cabelo.

O secretário de Cultura, Esporte e Turismo, Gabriel Vasconselos, destacou que a proposta do projeto é fortalecer os espaços públicos como ambientes de convivência familiar e incentivar hábitos saudáveis entre crianças e adolescentes.

“Estamos aqui na região do Alto da Glória, a pedido do prefeito Roberto Dorner e do vice-prefeito Paulinho Abreu, trazendo mais uma edição do Domingo na Praça. É um evento de lazer, atividade física e cultura, pensado para que crianças e famílias possam aproveitar a praça, se divertir e fortalecer a convivência comunitária”, ressaltou.

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O diretor de Esportes, Rudy Roger, enfatizou a participação expressiva do público e a importância da iniciativa para aproximar a população das atividades esportivas e recreativas promovidas pelo município. “A presença das crianças aqui na Praça Central do Alto da Glória mostra a importância de ações como essa. Tivemos várias atividades do esporte e da cultura para a comunidade, e o mais gratificante foi ver dezenas, até centenas de crianças participando e aproveitando esse momento de lazer”, afirmou.

A diretora de Cultura, Cleusa Ost, também destacou o envolvimento das famílias e a interação proporcionada pelo projeto. “Foi um momento muito positivo de integração com a população. Tivemos diversas atividades culturais e recreativas, e isso fortalece ainda mais os vínculos comunitários e a ocupação dos espaços públicos pelas famílias”, comentou.

O “Domingo na Praça” já passou pelo Residencial Nico Baracat e pelo estacionamento do Estádio Municipal Massami Uriú, o Gigante do Norte, consolidando-se como uma iniciativa voltada ao fortalecimento da convivência social e do acesso ao lazer nos bairros de Sinop.

Diante da participação expressiva do público no Alto da Glória, a Prefeitura de Sinop já estuda realizar uma nova edição do projeto ainda neste mês de junho, no bairro Camping Club, ampliando o acesso das famílias às atividades culturais, esportivas e recreativas oferecidas gratuitamente pelo município.

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Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Roneir Corrêa, colaborou Patrício Souza

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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