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Fluminense é campeão carioca sobre o Flamengo

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É campeão! Ao garantir o placar agregado de 3 a 1 sobre o Flamengo, em confronto válido pela final do Campeonato Carioca, o Fluminense conquistou o 32º título estadual de sua história, neste sábado (02/04), diante de mais de 67 mil pessoas presentes ao Maracanã.

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Depois do triunfo por 2 a 0 no jogo de ida, o Tricolor ficou no empate em 1 a 1 com o rival no segundo e decisivo clássico da finalíssima da competição, registrado como o Fla-Flu 438, com Germán Cano marcando para a equipe de Abel Braga.

Embalado pela conquista, o Time de Guerreiros vira a chave para a estreia na Sul-Americana, quarta-feira (06/04), às 19h15, contra o Oriente Petrolero-BOL, no Maracanã, pela primeira rodada da fase de grupos.

PRIMEIRO TEMPO

Nos segundos iniciais, Germán Cano arriscou a finalização, mas mandou para longe. Aos 5 minutos, depois da cobrança de escanteio de Paulo Henrique Ganso, Manoel cabeceou por cima. Aos 7, David Braz, de bicicleta, finalizou nas mãos do goleiro.

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Aos 27 minutos, Gabriel Barbosa balançou a rede para o Flamengo. Aos 33, Cris Silva lançou para Germán Cano, de primeira, finalizar com perigo. No instante seguinte, David Braz, do meio de campo, soltou uma bomba por cima. Aos 43 minutos, Jhon Arias trocou passes com Ganso e rolou para trás, para Cano. O argentino encheu o pé e contou com desvio no meio do caminho para igualar o marcador.

SEGUNDO TEMPO

Aos 3 minutos, Paulo Henrique Ganso cobrou falta à esquerda do gol. Aos 15, após consulta ao VAR, o árbitro assinalou pênalti para o Fluminense por toque de mão de Filipe Luís. No instante seguinte, Germán Cano desperdiçou a cobrança, interceptada pelo goleiro. Na sequência, o Tricolor resistiu à pressão do adversário e fez jus à alcunha de Time de Guerreiros para garantir o título.

FICHA TÉCNICA

Campeonato Carioca – Final (Jogo de Volta)

02/04/2022, 18h – Maracanã

Fluminense (1)

Fábio; Nino, David Braz e Manoel; Calegari (David Duarte), André, Yago Felipe (Nonato), Paulo Henrique Ganso (Martinelli) e Cris Silva; Jhon Arias (Luiz Henrique) e Germán Cano (Fred). Técnico: Abel Braga

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Flamengo (1)

Hugo; Rodinei (Matheuzinho), Gustavo Henrique (Willian Arão), David Luiz e Filipe Luís; João Gomes, Andreas Pereira (Éverton Ribeiro), De Arrascaeta; Lázaro (Pedro), Bruno Henrique e Gabriel Barbosa. Técnico: Paulo Sousa

Gols: Germán Cano (43’ 1T) (FLU); Gabriel Barbosa (27’ 1T) (FLA)

Cartões amarelos: David Braz, Cris Silva e André (FLU); Gabriel Barbosa, David Luiz, João Gomes e Pedro (FLA)

Cartões vermelhos: Fred (FLU); Bruno Henrique (FLA)

Arbitragem: Bruno Arleu de Araújo, auxiliado por Daniel do Espírito Santo Parro e Carlos Henrique Alves de Lima Filho

Texto: Comunicação/FFC
Fotos: Leonardo Brasil e Mailson Santana/FFC

fonte: https://www.fluminense.com.br/noticia/fluminense-e-campeao-carioca-sobre-o-flamengo

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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