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Simonetti empossa nova diretoria da OAB-TO

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O presidente nacional da OAB, Beto Simonetti, empossou a nova diretoria e os conselheiros da Ordem em Tocantins, em cerimônia realizada na sede da seccional, na capital Palmas, nesta segunda-feira (30/03). A entidade será comandada no triênio 2022-2025 pelo advogado Gedeon Pitaluga, reeleito, no fim do ano passado, para permanecer no comando da instituição.

A nova diretoria da OAB-TO é composta ainda pelas advogadas Priscila Madruga Ribeiro Gonçalves (vice-presidente), Jandra Pereira de Paula (secretária-geral) e Alana Carlech Correa (secretária-geral adjunta), além do advogado Thomas Jefferson Gonçalves (diretor-tesoureiro). No Conselho Federal da OAB, representam a seccional os conselheiros José Pinto Quezado, Huascar Mateus Basso Teixeira e Ana Laura Pinto Cordeio de Miranda Coutinho. Os suplentes são os conselheiros Adwardys de Barros Vinhal, Eunice Ferreira de Souza Kuhn e Helia Nara Parente Santos Jacome.

A cerimônia em Palmas marcou ainda a posse da nova diretoria da Caixa de Assistência dos Advogados do Tocantins (CAATO), que será comandada no triênio pelo advogado Marcello Bruno Farinha das Neves. A CAATO conta ainda, em sua diretoria, com Tereza Cristina Ibiapina da Rocha Araújo (vice-presidente), Gladson Dias de Oliveira (secretário-geral), Raquel Custódio Alves (tesoureira), Massaru Coracini Okada (secretário-geral adjunto), Aline Fonseca Assunção Costa (diretora-adjunta) e Angelo Luiz Papa Parmejane (diretor-adjunto).

O presidente nacional da OAB iniciou o discurso saudando o novo presidente da seccional tocantinense e destacando a trajetória de Gedeon Pitaluga em defesa das prerrogativas da advocacia. “Me sinto fortalecido ao chegar a uma posse e encontrar homens e mulheres de Ordem com a garra e a dedicação do presidente Gedeon Pitaluga, um verdadeiro líder da advocacia brasileira. Sua trajetória é um certificado de bravura. Vemos em você um guerreiro em defesa das prerrogativas da classe. A força de seu pensamento, de sua trajetória e de sua liderança são referências em toda e qualquer ação para nós, dentro e fora da OAB”, afirmou.

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Beto Simonetti destacou que um dos compromissos da nova gestão da OAB Nacional é cuidar da interiorização da Ordem, oferecendo serviços e estando acessível da capital do estado até a mais distante subseção do interior do país. “Um dos principais desafios que assumimos para este triênio é a interiorização. Isso é necessário para viabilizar a advocacia, para amparar os colegas e oferecer condições para que todos possam desempenhar a profissão. Seja nos escritórios das grandes avenidas das metrópoles, seja nas cidades pequenas, a OAB se fará presente”, declarou.

O presidente da OAB Nacional lembrou também das recentes conquistas em defesa da advocacia já no início da nova gestão, como a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que fixou os honorários de acordo com as normas estabelecidas no Código de Processo Civil (CPC), a aprovação na Câmara do PL que reforça a defesa das prerrogativas e a inviolabilidade dos escritórios.

“Vencemos uma luta de anos e anos, de muitas sustentações orais, memoriais e despachos. O Conselho Federal nunca esteve só. Sempre estivemos amparados pelo Sistema OAB e a seccional do Tocantins, meu caro Gedeon, sempre fez a diferença. A OAB seguirá vigilante para que a decisão seja corretamente cumprida e os honorários sejam assegurados”, sustentou Simonetti, que pediu ainda a união de todos em defesa da advocacia.

“Precisamos da soma de todas as forças, de cada pessoa inscrita nos quadros da OAB. Cada advogado e cada advogada são pilares fundantes e imprescindíveis para a entidade”, assegurou o presidente nacional da Ordem.

Gedeon Pitaluga

O presidente reeleito da seccional tocantinense afirmou que a OAB-TO e a OAB Nacional trabalharão unidas em prol de toda a advocacia brasileira. “A OAB-TO se tornou uma referência na luta em defesa das prerrogativas para todo o Brasil, realizando o atendimento necessário e desagravos em todas as regiões do Estado onde um advogado precisou. Uma gestão que interiorizou o acesso aos benefícios, expandiu oportunidades para que a advocacia se qualificasse e elevou o sentimento de valorização da classe por meio de medidas efetivas”, afirmou.

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“As obras que realizamos em todas as regiões deixam clara a presença da OAB-TO na vida da advocacia. Trabalharemos junto com a OAB Nacional para colocar a advocacia sempre em primeiro, segundo e terceiro lugares”, celebrou Gedeon Pitaluga.

Autoridades

A posse da nova diretoria da OAB-TO contou ainda com a presença do governador de Tocantins, Wanderley Barbosa, do presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins, deputado Antonio Andrade, da corregedora-geral de Justiça do Tocantins, desembargadora Etelvina Maria Sampaio, da senadora da República Kátia Abreu, do deputado federal Osires Damaso, do procurador-geral de Justiça do Tocantins, Luciano Cesar Casaroti, da defensora geral do Tocantins, Estellamaris Postal, da prefeita de Palmas, Cinthia Ribeiro, da presidente da Câmara Municipal de Palmas, Janad Valcari, do presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Helvécio de Brito Maia Neto, do presidente do Tribunal de Contas do Tocantins, conselheiro Napoleão Sobrinho, do vice-presidente da OAB Nacional, Rafael Horn, do presidente do Fundo de Integração e Desenvolvimento Assistencial dos Advogados (FIDA), Felipe Sarmento, do procurador nacional de Defesa das Prerrogativas, Alex Sarkis, do presidente da OAB-RO, Marcio Nogueira, do presidente da OAB-RR, Ednaldo Gomes Vidal, e do presidente da OAB-SE, Danniel Alves Costa.

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Quem financia a campanha? A prestação de contas também interessa ao eleitor

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Quem financia a campanha? A prestação de contas também interessa ao eleitor

Prazo para a prestação de contas parcial das Eleições 2026 termina neste domingo, 13 de setembro, e mostra por que acompanhar o dinheiro da campanha também faz parte do voto consciente.

Durante uma eleição, o eleitor acompanha pesquisas, propostas, debates, alianças e propaganda. Mas há outro aspecto que também merece atenção: d e onde vem o dinheiro que financia uma campanha e como ele está sendo utilizado.

Neste domingo, 13 de setembro, termina o prazo para que partidos, candidatas e candidatos apresentem à Justiça Eleitoral a prestação de contas parcial das Eleições 2026 . Nela devem constar as movimentações financeiras e os recursos estimáveis em dinheiro registrados desde o início da campanha até 8 de setembro.

A prestação parcial funciona como uma espécie de fotografia financeira da campanha naquele momento. Ela permite verificar quanto foi arrecadado, quem contribuiu, quais despesas foram realizadas e como os recursos estão sendo empregados.

Mas é importante fazer uma distinção: informações financeiras da campanha podem aparecer antes da prestação parcial , porque os recursos recebidos devem ser informados à Justiça Eleitoral durante a própria campanha e os relatórios financeiros podem ser disponibilizados na internet em até 48 horas.

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O dia 15 de setembro representa outro marco. Nessa data, a Justiça Eleitoral divulgará oficialmente, na internet, a prestação de contas parcial consolidada, com indicação dos doadores e dos respectivos valores declarados, observadas as regras de proteção de dados pessoais.

Para o eleitor, essas informações ajudam a enxergar a campanha por outro ângulo. Conhecer propostas é essencial, mas compreender quem financia uma candidatura e para onde o dinheiro está sendo direcionado também contribui para uma escolha mais consciente.

Para candidatos e partidos, a atenção deve ser redobrada. A prestação parcial precisa refletir a movimentação real da campanha. Omissões, inconsistências ou informações incorretas podem repercutir posteriormente na análise das contas eleitorais.

Também é importante lembrar que essa é apenas uma etapa. Após as eleições, haverá a prestação de contas final, quando toda a movimentação financeira da campanha será submetida à análise da Justiça Eleitoral.

A transparência eleitoral não está apenas no discurso do candidato. Ela também está na origem dos recursos, nos gastos realizados e na possibilidade de fiscalização pela sociedade.

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Em uma democracia, saber quem pede o voto é fundamental. Saber quem financia a campanha também.

André Pozeti
Advogado, especialista em Direito Eleitoral, ex-juiz membro do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) e membro da Comissão Eleitoral da OAB/MT.

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