CUIABÁ
Search
Close this search box.

POLÍTICA

ALMT atua na defesa dos direitos dos consumidores mato-grossenses

Publicado em

POLÍTICA


Foto: Karen Malagoli

A defesa dos direitos dos consumidores mato-grossenses é uma das principais bandeiras levantadas pelos 24 deputados estaduais que integram a Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O assunto é tema de diversos projetos de lei apresentados pelos parlamentares, como o Projeto de Lei 116/2022, que assegura ao consumidor o direito de optar pelo pagamento na modalidade “aproximação” de cartão de crédito ou débito, com o objetivo de evitar fraudes; o PL 240/2022, que obrigada estabelecimentos comerciais do tipo restaurante, lanchonete, casa noturna, bares, hotéis e congêneres a informar aos consumidores o percentual cobrado a título de taxa de serviço; e o PL 27/2021, que assegura ao consumidor o direito de ser informado, em tempo real, pelas operadoras de telefonia móvel, sobre a redução de velocidade de conexão à internet.

Além disso, a Assembleia Legislativa conta com uma Comissão Permanente de Defesa do Consumidor, que analisa o mérito de todas as proposições que tratam de relações de consumo em tramitação na Casa e emite parecer contrário ou favorável ao seu prosseguimento.

Durante a pandemia da Covid-19, a comissão dedicou atenção especial às demandas decorrentes do novo cenário. Em reunião realizada com o secretário-adjunto do Procon-MT, Edmundo da Silva Taques Júnior, em 2021, por exemplo, a comissão discutiu as ações de fiscalização e encaminhamentos das denúncias de aumento abusivo nos preços dos produtos e medicamentos usados no tratamento e combate à Covid-19.

Leia Também:  ALMT aprova regularização fundiária de assentamentos na zona rural de Cuiabá

Foto: MARCIA REGINA RODRIGUES DE OLIVEIRA

Novos hábitos – O fechamento do comércio durante os períodos mais críticos da pandemia e o medo da contaminação gerou uma mudança no comportamento dos consumidores, que passaram a fazer cada vez mais suas compras pela internet, através dos e-commerces.

A jornalista e servidora pública Maira Nienow, por exemplo, prefere as compras on-line às presenciais, deixando esta modalidade apenas para aquisição de produtos para consumo diário.

Mas antes de finalizar a sua compra, ela presta atenção em alguns detalhes que garantem a segurança do processo. “Eu procuro comprar em plataformas confiáveis, que congregam outras lojas, como é o caso do site da Amazon e do Mercado Livre, por exemplo. Também verifico os comentários sobre o produto e a avaliação do vendedor”, explica.

Tendo em vista o aumento das compras feitas à distância, o PL 517/2020, em tramitação na ALMT, estabelece a obrigatoriedade às empresas sediada no estado que exerce o comércio de produtos e serviços fora de seu estabelecimento de informarem aos consumidores sobre o direito de arrependimento, assegurado pelo parágrafo único do art. 49 da Lei federal nº 8.078, de 11 de setembro de 1990.

O PL 195/2022, por sua vez, prevê a criação de uma campanha para combater os crimes cibernéticos financeiros e golpes praticados em Mato Grosso.

Procon na ALMT –Além das propostas em tramitação na Casa, a Assembleia Legislativamantém um posto de atendimento do Procon, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, exceto em feriados e períodos de recesso.

Leia Também:  Pagamento de RGA e direitos trabalhistas, nomeações e concurso valorizam servidor e garantem mais eficiência

O coordenador da unidade, Carlinhos Telles, confirma a mudança no comportamento dos consumidores gerada pela pandemia da Covid-19 e orienta sobre medidas que devem ser tomadas para evitar problemas. “Os consumidores devem ter três cuidados básicos: usar um equipamento e rede de internet confiável para fazer as compras, evitando um possível vazamento de dados em redes públicas, fazer um comparativo de preços do produto e pesquisar a reputação da loja e a segurança do site onde a transação será feita”, ressalta.

Telles lembra que, em caso de arrependimento, os consumidores têm o direito de devolver o produto adquirido pela internet dentro de um prazo de sete dias sem precisar dar qualquer justificativa. Passado esse prazo, no entanto, ainda é possível solicitar a troca do produto.

O coordenadoralerta ainda para a necessidade de os consumidores ficarem atentos para não serem enganados por promoções que anunciam produtos com preços “pela metade do dobro”, que costumam acontecer no Dia do Consumidor e durante aBlack Friday.  Caso tenha algum direito violado, o consumidor deve procurar uma unidade do Procon-MT para registrar sua reclamação. Situações mais graves devem ser informadas à Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (DECON).  Otelefone da Ouvidoria, onde funciona o Procon na ALMT é (65)  3313 6963. 

Fonte: ALMT

Propaganda

POLÍTICA

Corregedoria da ALMT troca experiências com CGE para aprimorar procedimentos

Publicados

em

Nessa quarta-feira (11), a Corregedoria-Geral da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou uma visita à Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) para trocar experiências e conhecer práticas adotadas na condução das atividades correcionais. O encontro permitiu à equipe da Assembleia aprofundar conhecimentos sobre procedimentos, sistemas, fluxos de trabalho e mecanismos utilizados pelo órgão de controle do Poder Executivo estadual.

Segundo o corregedor-geral da Assembleia Legislativa, Gabriel Machado dos Santos Costa, a visita foi uma oportunidade de aprendizado e intercâmbio entre as instituições. “A Corregedoria da Assembleia é um órgão relativamente jovem, com pouco mais de dez anos de criação, enquanto a CGE já possui uma trajetória mais consolidada. Viemos conhecer os procedimentos, os sistemas, os fluxos de trabalho e a experiência que eles acumularam ao longo dos anos para que possamos aprimorar cada vez mais nossa atuação”, afirmou.

Durante a reunião, o corregedor-geral da Casa de Leis e os analistas Larissa Coelho, Valdilson Silva e Nelson de Carvalho Júnior conheceram a estrutura da Corregedoria-Geral da CGE, os instrumentos utilizados na condução dos processos disciplinares e as rotinas adotadas para garantir maior eficiência na apuração de irregularidades e na promoção da integridade no serviço público.

Leia Também:  Comissão quer buscar Corte Interamericana de Direitos Humanos para garantir pagamento de precatórios

Além da troca de experiências, a equipe da Assembleia também foi apresentada às alterações promovidas pela Lei Complementar nº 845/2026, publicada no último dia 9. A nova norma atualizou dispositivos da Lei Complementar nº 04/1990 relacionados aos processos administrativos disciplinares dos servidores públicos estaduais.

De acordo com Gabriel Machado, as mudanças representam um avanço para a atuação das corregedorias ao trazer mais detalhamento sobre procedimentos que fazem parte da rotina dos órgãos correcionais. “A lei antes era muito vaga e agora acabou pormenorizando toda a questão dos procedimentos que fazem parte do dia a dia da Corregedoria. Antes precisávamos buscar referências na União, em outros estados e até mesmo em outros órgãos para complementar o suporte jurídico. Agora ela trouxe essas previsões para dentro da legislação estadual”, explicou.

Entre as mudanças destacadas estão o detalhamento das investigações preliminares e a incorporação à legislação estadual de procedimentos que já eram adotados pelas corregedorias, mas que não possuíam previsão legal expressa, proporcionando mais segurança jurídica e uniformidade na condução dos processos.

Leia Também:  Sebastião Rezende apresenta projeto de lei que pode salvar vidas de recém-nascidos em Mato Grosso

Outro ponto ressaltado por Gabriel Machado foi a criação do instituto da ciência ficta, que permite considerar formalmente cientificado o servidor ou ex-servidor que não se manifesta após ser comunicado pelos canais oficiais cadastrados. A atualização da legislação também trouxe regras mais claras para a responsabilização administrativa em casos envolvendo crimes graves e participação em organizações criminosas, estabelecendo critérios mais objetivos para a atuação dos órgãos correcionais, enquanto prevê mecanismos de solução consensual para infrações de menor gravidade.

Para o corregedor-geral da ALMT, o contato com a CGE foi importante justamente porque muitas das inovações incorporadas à legislação surgiram a partir da experiência prática dos órgãos de controle. “Essa troca de experiências é fundamental porque nos permite conhecer soluções que já vêm sendo aplicadas e aperfeiçoar nossos próprios procedimentos. O objetivo é fortalecer a atuação da Corregedoria da Assembleia e garantir cada vez mais segurança jurídica e eficiência aos processos”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA