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SES descarta suposto caso de reação neurológica grave após vacina da Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) emitiu uma manifestação técnica que descarta um caso suspeito de reação neurológica grave após vacinação contra a Covid-19. O documento reforça que não há evidências para estabelecer, no caso analisado, uma relação causal entre o quadro de mielite transversa aguda e a vacina.

Um segundo caso está em investigação e, assim que o parecer for concluído, a SES divulgará o resultado. A informação de que havia sido confirmada a existência de “dois casos oficialmente notificados de reação neurológica grave pós vacinação de Covid-19” foi divulgada equivocadamente na última semana e viralizou por meio de um vídeo.  

Em contrapartida, a manifestação técnica enfatiza que as infecções causadas por microrganismos como Enterovírus, vírus do Nilo Ocidental, vírus do Herpes, HIV, vírus da leucemia de células T humanas tipo 1 (HTLV- 1), vírus Zika, neuroborreliose (Lyme), Mycoplasma, Treponema pallidum e coronavírus podem levar a complicações que resultam no desenvolvimento da mielite transversa aguda.

Isto é, evidências médicas apontam que o risco pelo contato com o vírus é substancialmente maior do que aquele causado por diferentes tipos de vacinas.

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Nas últimas décadas, foram descritos raros casos de doenças do sistema nervoso em todo o mundo, relacionados às vacinas como: influenza (21 casos), vírus do papiloma humano-HPV (9 casos), hepatite A ou B (8 casos), raiva (5 casos), sarampo (5 casos), rubéola (5 casos), febre amarela (3 casos), antraz (2 casos), meningococo (2 casos) e tétano (2 casos).

Neste mesmo contexto, outro estudo – realizado entre os anos de 2007 e 2012 – encontrou apenas 7 casos de mielite transversa entre 64 milhões de doses de vacina. As taxas relativamente baixas indicam a raridade deste tipo de evento.

A manifestação técnica concluiu que os benefícios das vacinas superam os raros riscos neurológicos causados pelos diversos tipos de vacina disponíveis.

Confira a íntegra na manifestação técnica.

Fonte: GOV MT

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Controle de embarques e desembarques é instalado na linha Cuiabá – Santo Antônio de Leverger

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A Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager-MT) acompanha a implantação de um novo sistema de controle de embarques e desembarques na linha de transporte intermunicipal 023, que liga Cuiabá a Santo Antônio de Leverger.

A medida, iniciada na quarta-feira (22.4), segue em fase de testes até este sábado (25) e consiste na instalação de duas catracas nos veículos que operam a linha: uma no embarque e outra no desembarque, sem impacto no valor da tarifa. O usuário continua pagando apenas uma passagem, fixada em R$ 8,00, sem qualquer tipo de cobrança em duplicidade.

A iniciativa tem como objetivo aprimorar o controle operacional do transporte intermunicipal, ao permitir a identificação da origem e do destino dos usuários, informação essencial para análise de demanda, otimização de rotas e monitoramento da capacidade do sistema.

Segundo o diretor regulador de Transportes e Rodovias da Ager, José Ricardo Elias, a medida leva em conta as características da linha, classificada como serviço rodoviário/semiurbano na Baixada Cuiabana, e atende a uma determinação da Mesa Técnica nº 07/2024 do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT).

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“Essa linha possui um caráter semiurbano, onde o sobe e desce de passageiros ocorre em pontos intermediários, o que dificultava o controle preciso dos destinos e do cálculo de subsídios públicos na tarifa de remuneração da operadora. A implantação das catracas, conforme determinado pelo Tribunal de Contas do Estado, resolve esse problema ao registrar o destino real do usuário no desembarque. Isso garante que a tarifa seja debitada com precisão e que o recurso público seja aplicado de forma justa, trazendo mais transparência, segurança ao planejamento e proteção ao passageiro”, explicou o diretor.

A previsão é que o novo sistema passe a operar de forma definitiva na linha a partir de 1º de maio. Durante o período de testes, a Ager determinou que o Consórcio Metropolitano de Transportes (CMT), responsável pela operação da linha, disponibilize fiscais para orientar os passageiros durante a fase de adaptação.

Como vai funcionar

No embarque, ao passar pela primeira catraca, o sistema registrará informações como local, horário e identificação do usuário, sem realizar a cobrança.

Já no desembarque, ao utilizar a segunda catraca, instalada próxima à porta traseira, o sistema identificará o destino da viagem e efetuará automaticamente o débito da tarifa, liberando a saída do passageiro.

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A porta central dos veículos permanecerá destinada exclusivamente ao embarque e desembarque de pessoas com deficiência, assegurando acessibilidade e segurança aos usuários.

A Agência reforça que o usuário continuará pagando apenas uma passagem, sem qualquer tipo de cobrança em duplicidade. Qualquer situação diferente deverá ser relatada à Ouvidoria da Ager, canal oficial para manifestações dos usuários dos serviços públicos, pelos telefones 0800 647 6464 (ligação gratuita) e (65) 99675-8719 (WhatsApp), pelo e-mail: [email protected] ou pelo site www.ager.mt.gov.br/ouvidoria

Fonte: Governo MT – MT

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