CUIABÁ
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

SUÍNOS/CEPEA: Preços do animal reagem em muitas regiões

Publicado em

AGRONEGÓCIO


Cepea, 10/02/2022 – Após registrarem quedas intensas por algumas semanas, os preços do suíno vivo reagiram nos últimos dias. Segundo pesquisadores do Cepea, esse recente movimento de recuperação, que vem sendo observado na maioria das regiões acompanhadas, está atrelado ao período de início de mês (recebimento dos salários por parte da população), que elevou, ainda que de forma tímida, a procura de frigoríficos por novos lotes de suínos para abate. Quanto ao mercado atacadista de carne, as reações nos preços não têm sido uniformes neste começo de mês, indicando que o incremento no consumo doméstico de carne suína com o início de fevereiro não tem sido generalizado. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Produtores de soja precisam ficar atentos às novas tecnologias na hora do plantio
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Pequenos produtores ampliam presença no mercado internacional

Publicados

em

O comércio exterior deixou de ser uma realidade exclusiva das grandes tradings e cooperativas para se tornar uma oportunidade cada vez mais concreta para pequenos negócios ligados ao agronegócio brasileiro.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram que 877 microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte do setor exportaram seus produtos em 2025, um crescimento de 154,9% em comparação com 2015.

Mais expressivo ainda foi o avanço da receita gerada por esses negócios. Em dez anos, o faturamento das exportações quintuplicou, passando de R$ 583 milhões para R$ 2,9 bilhões, um crescimento de 402%. Os números revelam uma mudança importante no perfil do comércio exterior brasileiro e demonstram que produtores de menor porte estão encontrando espaço em mercados cada vez mais exigentes ao redor do mundo.

O avanço é resultado de uma combinação de fatores, entre eles a busca internacional por alimentos diferenciados, a organização dos produtores em cooperativas, o acesso a certificações de qualidade, a profissionalização da gestão rural e a abertura de novos mercados para produtos com identidade regional. Hoje, cafés especiais, mel, frutas, castanhas, erva-mate, pescados, queijos artesanais e diversos outros produtos oriundos de pequenas propriedades já chegam a consumidores na Europa, Ásia, Oriente Médio e América do Norte.

Leia Também:  TRIGO/CEPEA: Estimativas indicam nova safra recorde no País; dólar pressiona valor interno

O crescimento também mostra que exportar deixou de ser apenas uma estratégia para grandes volumes. Em muitos casos, o diferencial competitivo está justamente na qualidade, na rastreabilidade, na sustentabilidade e na história por trás do produto. É o caso de pequenos cafeicultores de Minas Gerais e Espírito Santo, produtores de mel do Sul do país, fruticultores do Nordeste e agroindústrias familiares que agregam valor à produção antes de comercializá-la.

Segundo dados do governo federal, os pequenos negócios já representam mais da metade das empresas exportadoras do agronegócio brasileiro. Embora ainda respondam por uma parcela menor do valor total exportado quando comparados aos grandes grupos, sua participação cresce ano após ano e demonstra o potencial de inclusão produtiva e geração de renda no campo.

A expansão das exportações de pequenos produtores também fortalece economias regionais, estimula investimentos em tecnologia e incentiva a sucessão familiar nas propriedades rurais. Em um cenário de crescente demanda global por alimentos, o mercado internacional passa a ser visto não apenas como uma oportunidade de negócios, mas como um caminho para aumentar a rentabilidade e reduzir a dependência exclusiva do consumo interno.

Leia Também:  Mato Grosso aprova PEC que regulariza criação de parques estaduais

Os números mostram que a internacionalização do agro brasileiro não está acontecendo apenas nas grandes fazendas ou nas multinacionais do setor. Ela também avança dentro das pequenas propriedades, onde produtores encontram novas oportunidades para transformar qualidade, tradição e inovação em renda e desenvolvimento.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA