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Verifique os pontos atualizados de vacinação contra a Covid-19 em Várzea Grande

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A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande atualiza os pontos de vacinação contra a Covid-19, mantendo de segunda a sexta o ponto fixo do Várzea Grande Shopping, para adolescentes e adultos, com a primeira, segunda e terceira doses e a quarta dose para idosos acima de 80 anos.

Para a vacinação de crianças o ponto disponível é o da Unidade Básica de Saúde do Bairro Água Vermelha, seguindo a estratégia de vacinação de forma descentralizada e chegando aos bairros mais populosos da cidade.

Ainda para adultos e adolescentes e a quarta dose para idosos acima de 80 anos, 11 Unidades Básicas de Saúde estarão disponíveis à população.

– Verifique aqui os Pontos de Vacinação em Várzea Grande contra a Covid-19:

– Unidade de Saúde exclusiva para vacinação contra a Covid-19 para crianças:
– Dias: 05, 06, 07 de abril (terça, quarta, quinta)
– Horário: 8h às 11 h e das 13h às 16h
– Local: Unidade Básica de Saúde do Bairro Água Vermelha (ESF)
 
– Unidades de Saúde que realizam vacinação contra Covid-19 para adultos e adolescentes:
– Dias: segunda à sexta
– Horário: 8h às 11h e das 13h às 16h
Locais:
01 – Clínica de Atenção Primária Saúde – Cristo Rei
02 – ESF Manaíra
03 – Clínica de Atenção Primária à Saúde 24 de Dezembro
04 – Clínica de Atenção Primária Saúde Marajoara
05 – Centro de Saúde Aurília Curvo
06 – ESF São Mateus
07 – Clínica de Atenção Primária à Saúde Jardim Glória
08 – UBS Cabo Michel
09 – Centro de Saúde N S da Guia
10 – Centro de Saúde Ouro Verde
11 – Clínica de Atenção Primária à Saúde do Parque do Lago
 
– Ponto fixo no Várzea Grande Shopping: ‘Vacinação Cidadã’
– Vacinação para adultos e adolescentes e a aplicação da quarta dose para idosos acima de 80 anos:
– Local: Espaço do Centro Estadual de Cidadania, Piso 1, no Várzea Grande Shopping
– Horário: Das 10h às 18h
Dias da Semana: segunda à sexta
Vacinas Disponíveis: Para pessoas acima 12 anos aptas a tomar a vacina; primeira dose (D1), segunda dose; dose de reforço (D3) e a quarta dose (D4) . Para imunossuprimidos com a terceira dose de 12 anos a 17 anos,e 18 anos a mais. Idosos acima de 80 anos para a quarta dose.

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Biblioteca Pública de Várzea Grande inaugura Afroteca para valorizar memória e produção intelectual negra

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A Biblioteca Pública Municipal Professora Laurinda, em Várzea Grande, passa a contar, a partir desta quinta-feira (10), com a Afroteca, uma coleção especializada dedicada à preservação, organização e valorização da história, da cultura, da memória e da produção intelectual negra. O espaço foi apresentado durante evento realizado na tarde desta quinta-feira (10) e representa um novo passo na democratização do acesso à informação e no fortalecimento das políticas de promoção da igualdade racial no município.

Mais do que uma coleção de livros sobre racismo, a Afroteca nasce como um espaço de memória, conhecimento e reparação histórica. O acervo é separado da coleção geral da biblioteca e reúne materiais que permitem ao público conhecer diferentes aspectos da trajetória da população negra no Brasil e no mundo.

A coleção está organizada em três frentes. A primeira é dedicada à produção afro-brasileira e africana, com livros sobre a história da África, a diáspora africana e o período pós-abolição, religiões de matriz africana, literatura negra brasileira e biografias de personalidades negras.

A segunda reúne a produção intelectual negra, com obras escritas por autoras e autores negros, além de teses, dissertações, zines, cordéis e produções da literatura periférica. Já a terceira frente é voltada à memória e às raridades, reunindo documentos, fotografias, jornais antigos da imprensa negra, discos de vinil e outros materiais que ajudam a preservar registros históricos.

Para a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, a criação da Afroteca fortalece o papel da biblioteca como espaço de conhecimento, inclusão e construção da cidadania.

“A Afroteca amplia o acesso ao conhecimento e valoriza uma história que precisa ser conhecida por todos. É um acervo que preserva memória, fortalece a identidade e ajuda a construir uma sociedade mais consciente e respeitosa”, destaca Maria Fernanda.

A superintendente de Cultura, Luh Arruda, ressalta que a construção da Afroteca representa um processo coletivo e reforça o compromisso de Várzea Grande com a valorização da cultura negra.

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“Esse acervo é fruto de uma construção coletiva e nasce com a missão de dar visibilidade à produção e à memória negra. A biblioteca passa a ser também um lugar de encontro com essa história, para que ela seja conhecida, valorizada e preservada”, afirma Luh Arruda.

A construção da coleção também contou com a participação do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Várzea Grande (CMPIR/VG). Segundo a presidente do Conselho, Janaína Hellwich, o reconhecimento da importância do acervo começou dentro do próprio Conselho, em diálogo com os conselheiros, com destaque para a atuação da professora Rosana, e avançou por meio da parceria com a Superintendência de Cultura.

“O primeiro passo foi abrir a Afroteca. Agora, precisamos fazer esse conhecimento chegar às escolas e à sociedade, atraindo pessoas negras e não negras para conhecer essa história e contribuir para romper preconceitos”, pontua Janaína.

O bibliotecário Odiley Santiago, que participa da organização e da construção do acervo, destaca que a Afroteca foi pensada para ser um espaço vivo de pesquisa, leitura e descoberta.

“A Afroteca não é apenas uma estante temática. É um acervo especializado que reúne diferentes formas de conhecimento e memória negra, permitindo que o público encontre autores, histórias e registros que muitas vezes não estão presentes nos acervos tradicionais”, explica Odiley.

A partir desta quinta-feira, o acervo está disponível para consulta da população negra e de todos os moradores que tenham interesse em conhecer, pesquisar e se aprofundar na história, na cultura e na produção intelectual da população negra.

A proposta é que a Afroteca também se consolide como ferramenta de apoio às escolas e às ações previstas na Lei nº 10.639/2003, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, contribuindo para ampliar o acesso a conteúdos e referências que valorizem a diversidade e a contribuição da população negra para a formação da sociedade brasileira.

Com a abertura do espaço, a Biblioteca Pública Municipal Professora Laurinda amplia seu papel como guardiã da memória e transforma o conhecimento em instrumento de valorização, pertencimento e combate ao preconceito, aproximando a população de uma história que pertence a toda a sociedade.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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