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Várzea Grande realiza mais uma cirurgia inédita: a de coluna  

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Luciano foi o primeiro paciente operado no Pronto-Socorro e Hospital Municipal de Várzea Grande. Paciente de 41 anos foi vítima de atropelamento

O Pronto-Socorro e Hospital Municipal de Várzea Grande (PSHMVG) escreveu, no último domingo, 8, mais uma nova e importante página na história da saúde pública do Município. Pela primeira vez, uma cirurgia de coluna – procedimento de alta complexidade – foi realizada na própria unidade hospitalar, sem a necessidade de transferência para hospitais estaduais. A conquista representa um salto significativo na autonomia do sistema municipal de saúde e uma esperança real para pacientes que antes enfrentavam longas filas de espera pela regulação.

O paciente, Luciano Francisco, de 41 anos, foi atropelado por um carro na madrugada de sábado, enquanto se dirigia ao trabalho de bicicleta. Com o impacto, ele sofreu uma fratura na coluna lombar e perdeu os movimentos dos membros inferiores. Diante da gravidade do quadro, a equipe médica interviu com agilidade e organizou a realização da cirurgia já no dia seguinte, ontem domingo (8).

O procedimento, que durou 1h45, foi conduzido pelos ortopedistas especialistas em coluna, doutor Marlon Mendonça e Paulo Splenger, com apoio da equipe de trauma da unidade. Segundo o médico, a cirurgia transcorreu com sucesso e sem intercorrências. “O paciente chegou lúcido à UTI e já estava conversando após o procedimento. A expectativa agora é acompanhar a evolução neurológica, que depende do tempo e da resposta do organismo”, explicou doutor Marlon.

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A intervenção teve como objetivo a descompressão da medula e a estabilização da coluna, medidas urgentes para minimizar os danos causados pelo trauma. “É um marco. Iniciamos um novo capítulo para o hospital, com a realização de cirurgias de alta complexidade que antes não eram possíveis. Isso representa mais qualidade, mais dignidade e menos sofrimento para os nossos pacientes”, afirmou doutor Paulo Splenger.

Para Edina Silva, irmã de Luciano, a agilidade no atendimento foi uma surpresa que trouxe alívio. “Meu irmão é casado, tem quatro filhos pequenos. Quando aconteceu o acidente, nossa maior preocupação era saber para onde ele seria transferido, quanto tempo levaria até conseguirem vaga em outro hospital. Saber que ele seria operado aqui mesmo, tão rápido, foi um alívio enorme. A gente só quer vê-lo bem e em casa o quanto antes”, celebrou.

AGORA É PASSADO – Até então, pacientes do Município com fraturas de coluna eram automaticamente encaminhados para unidades estaduais por meio da Central de Regulação, enfrentando longas esperas. Com a nova estrutura e equipe especializada, será possível atender esses casos com mais rapidez e eficiência, diretamente dentro do PSHMVG.

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), destacou a importância da conquista. “É uma alegria imensa poder oferecer esse tipo de procedimento à nossa população. Isso mostra o compromisso assumido por esta gestão, em priorizar a saúde – como fizemos no nosso primeiro dia de trabalho – está se confirmando. Estamos cheios de realizações na saúde e a maior parte é exames ou procedimentos inéditos. Nossa gestão valorização da saúde pública e está transformando Várzea Grande em uma cidade autônoma na oferta de serviços pelo SUS. Temos profissionais capacitados, vontade e estrutura para avançar ainda mais.”

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, reforça que a implantação do serviço de cirurgia de coluna é fruto do empenho da atual gestão municipal, que tem investido em melhorias na infraestrutura do hospital e na oferta de serviços mais resolutivos. “A meta agora é consolidar o serviço e ampliar o número de procedimentos realizados, beneficiando cada vez mais a população de Várzea Grande”.

“Essa foi apenas a primeira. Que venham muitas outras. Estamos prontos para fazer valer o nome do nosso hospital: um pronto-socorro de verdade, pronto para cuidar da nossa gente com qualidade, dignidade e humanidade”, finalizou Marlon Mendonça.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Resultado das ovitrampas orienta força-tarefa contra o Aedes aegypti em Várzea Grande

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Equipes de Controle de Endemias e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) deram continuidade, nesta segunda-feira (10), às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, em vários bairros de Várzea Grande. A atividade faz parte da segunda etapa do trabalho realizado por meio das ovitrampas, armadilhas utilizadas para identificar a presença e a intensidade da circulação do mosquito no território.

Durante a primeira etapa, realizada no mês de julho, 211 ovitrampas foram instaladas em pontos estratégicos do município. Após cinco dias de exposição, as armadilhas foram recolhidas e encaminhadas ao laboratório, onde os ovos encontrados foram contabilizados e analisados pelas equipes.

A partir dos resultados, foi possível identificar os pontos com maior concentração de ovos do Aedes aegypti. No Setor 1, que contempla a região do Grande Cristo Rei, foram trabalhados os bairros Parque do Lago, Santa Luzia, Santa Clara, Dom Bosco e Cristo Rei, com a delimitação das áreas de foco.

Segundo Roseane Félix, supervisora-geral do Setor 1, no bairro Parque do Lago, por exemplo, foi identificado que o quarteirão 22 apresentou o maior quantitativo de ovos do mosquito e, por isso, foi definido como área prioritária para a atuação das equipes.

A partir dessa identificação, a força-tarefa realizou a delimitação e o bloqueio da área, com o objetivo de eliminar a presença do vetor no quarteirão positivo e nos imóveis circunvizinhos.

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Durante a ação, os agentes percorrem os imóveis de porta em porta, realizando a inspeção de quintais, recipientes que possam acumular água, caixas-d’água e outros possíveis criadouros. Também são realizadas ações de controle mecânico, com a eliminação de recipientes e focos, aplicação de larvicida, quando necessária, e orientação aos moradores.

Roseane explica que o trabalho permite direcionar as ações de campo para as áreas que apresentam maior risco.

“A ovitrampa é uma importante ferramenta de vigilância, porque nos permite identificar onde há maior circulação do mosquito. A partir dos resultados, conseguimos direcionar as equipes para uma atuação mais efetiva, realizando a eliminação dos criadouros, o tratamento quando necessário e, principalmente, orientando os moradores.”

A orientação à população é uma das principais estratégias para evitar a proliferação do mosquito, especialmente antes do período de chuvas, quando aumenta a possibilidade de formação de criadouros. Os moradores são orientados a manter os quintais limpos e sem recipientes com água acumulada, manter as caixas-d’água devidamente tampadas e evitar água parada em pratos de plantas, que devem permanecer secos ou receber areia.

Moradora do Parque do Lago há 40 anos, Conceição Lino, de 65 anos, recebeu as agentes em sua residência e destacou a importância do trabalho de orientação realizado pelas equipes.

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“Eu já conheço elas há muito tempo e já tenho elas como minhas amigas. Acho muito importante o trabalho que elas fazem, a orientação, o conselho e a informação. É um trabalho importantíssimo, principalmente antes que chegue o período das chuvas e aumente os mosquitos. É uma forma de evitar a dengue, a zika e a chikungunya.”

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o combate ao Aedes aegypti depende da atuação conjunta do poder público e da população. A eliminação de pequenos pontos de água parada dentro das residências é uma das principais medidas para impedir que o mosquito complete seu ciclo de reprodução.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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