VÁRZEA GRANDE
Secretaria de Saúde vai realizar audiência pública para prestar contas de ações desenvolvidas no 3º quadrimestre de 2021
VÁRZEA GRANDE
A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande, realiza na manhã de sexta-feira, dia 25 de fevereiro, na Câmara Municipal de Várzea Grande, a partir das 9h, com transmissão online pelo canal do Youtube e presencial, a Audiência Pública para apresentar o relatório sobre as finanças, números de atendimentos e ações de saúde realizadas no terceiro quadrimestre de 2021 do Fundo Municipal de Saúde.
Na ocasião, será exposto o relatório detalhado, pelos técnicos da Saúde, sobre as ações de saúde, como números de atendimentos, procedimentos, investimentos, capacitações e todas as informações referentes à movimentação financeira realizada no período, conforme à Lei Complementar nº 141 de 2012. Participarão da audiência todos os setores da Secretaria de Saúde, Conselho Municipal de Saúde, vereadores e sociedade em geral.
De acordo com o secretário de Saúde Gonçalo de Barros, a prestação de contas é aberta para toda a população e tem como objetivo cumprir a legislação vigente e promover o debate entre o Poder Público e os usuários da saúde pública. “É importante a presença dos integrantes do Conselho Municipal de Saúde e da população para que possamos discutir todas as ações do setor referentes ao terceiro quadrimestre do ano passado. Vamos apresentar ainda outros temas, como o número de atendimentos realizados, organogramas, além de esclarecer as dúvidas dos que estiverem presentes. Vamos detalhar os gastos realizados com os recursos federal, estadual e municipal. A Audiência visa a continuidade da transparência e direito de fala à população”, explicou o secretário.
Durante a audiência, explica o secretário Gonçalo de Barros, todos os responsáveis pelos projetos e programas que envolvem a secretaria municipal de Saúde, estarão presentes e apresentando detalhadamente as ações e serviços, das Atenções – primária, secundária e terciária -, além do Plano Municipal de Imunização contra a Covid-19, e os serviços colocados à disposição do SUS de Várzea Grande, no atendimento à população acometida pela pandemia, com assistência médica, farmacêutica, internações, exames, além de tornar unidades referências em atendimento especial e exclusivo a pandemia, e outras unidades, que tiveram que ser criadas, para atendimento aos pacientes do SUS, na proteção contra o coronavírus, a exemplo o Hospital Materno Infantil.
A cada quadrimestre (4 meses), a Saúde realiza esta prestação de contas à população durante a audiência pública e oferece oportunidade dos munícipes em dar sugestões e opiniões sobre os diversos setores ligados à pasta.
A audiência pública é realizada em cumprimento à Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012, que, em seu capítulo IV, artigo 36, orienta que o gestor do SUS elabore relatório detalhado, dividido por quadrimestre, com informações sobre o montante e fonte dos recursos aplicados no período, bem como auditorias realizadas ou em fase de execução e suas recomendações e determinações, além de oferta e produção de serviços públicos na rede assistencial própria, contratada e conveniada, comparando esses dados com os indicadores de saúde da população em seu âmbito de atuação.
VÁRZEA GRANDE
Mordida de cachorro: saiba quando é necessário tomar vacina antirrábica
Uma simples mordida ou arranhão de cachorro pode exigir atenção. Em casos de acidentes com animais domésticos ou de rua, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação médica, já que existe o risco de transmissão da raiva, doença grave e quase sempre fatal após o aparecimento dos sintomas.
De acordo com a enfermeira da Vigilância em Saúde, Maria José Neves, a primeira medida após a mordida é lavar o local com água corrente e sabão em abundância, além de procurar atendimento médico o mais rápido possível.
ANIMAIS DOMÉSTICOS – Se o animal for domiciliado, saudável e puder ser acompanhado, a orientação é mantê-lo em observação por 10 dias. Durante esse período, é importante verificar se o cachorro apresenta mudanças bruscas de comportamento, como agressividade, salivação excessiva, dificuldade para engolir, medo da água, tendência a se esconder da claridade, paralisia ou sinais neurológicos.
Caso o animal permaneça saudável ao final dos 10 dias, normalmente não há necessidade de completar o esquema antirrábico. Porém, se o cachorro adoecer, morrer ou desaparecer nesse período, a pessoa deve retornar imediatamente ao serviço de saúde para iniciar ou complementar a vacinação.
ANIMAIS DE RUA – Nos casos envolvendo cães de rua ou animais desconhecidos, que não podem ser observados, a recomendação é iniciar a profilaxia antirrábica, conforme avaliação médica.
O esquema vacinal geralmente é realizado em quatro doses, aplicadas nos dias 0 (dose inicial), 3, 7 e 14. Em situações consideradas graves, também pode ser necessário o uso do soro antirrábico.
Entre os casos considerados graves estão mordidas profundas, múltiplos ferimentos, lesões em mãos, pés, rosto e mucosas, além de ataques de animais silvestres ou morcegos.
SINTOMAS EM HUMANOS – Os primeiros sintomas da raiva em seres humanos podem incluir febre, dor de cabeça, mal-estar, fraqueza e sensação de formigamento ou dor no local da mordida. Com a evolução da doença, o paciente pode apresentar ansiedade, agitação, dificuldade para engolir, espasmos musculares, confusão mental e paralisia. Após o surgimento dos sintomas, a doença apresenta alta taxa de mortalidade.
CUIDADOS IMPORTANTES – Além da vacina contra a raiva, a equipe de saúde também avalia a necessidade de vacina antitetânica e uso de antibióticos, dependendo da gravidade do ferimento.
Maria José alerta que a raiva não tem cura e pode levar à morte caso o paciente desconsidere a importância de uma avaliação médica após mordedura de animal.
“Muitas vezes não levamos a sério a mordida de um cão ou gato, e isso pode resultar em algo muito grave se não tomarmos os cuidados necessários”, alerta a enfermeira.
A médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), Amanda Nunes, orienta a população a evitar contato com animais desconhecidos, principalmente cães e gatos em situação de rua, além de nunca tocar em morcegos ou animais silvestres.
“É de suma importância que a população, principalmente crianças e pessoas curiosas, não toque em animais que não conhece, nem em animais de rua ou silvestres, como capivaras. Eles podem transmitir a raiva”, reforça.
ATENDIMENTO NO MUNICÍPIO – Em Várzea Grande, pacientes vítimas de mordidas podem buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande (HPSVG) para avaliação e encaminhamento da vacina antirrábica humana.
No município, a raiva animal está erradicada desde 2015. A equipe do CCZ segue monitorando a situação para manter Várzea Grande livre da doença.
A veterinária Amanda Nunes orienta que, em casos suspeitos ou para mais informações sobre a doença, a população pode entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo WhatsApp (65) 98476-5719.
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