VÁRZEA GRANDE
Profissionais de enfermagem participam de capacitação sobre atualização vacinal e boas práticas em Várzea Grande
VÁRZEA GRANDE
Com o objetivo de fortalecer as estratégias de imunização e aprimorar os serviços prestados à população, a Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande está promovendo uma capacitação voltada aos profissionais de enfermagem da Atenção Básica. O treinamento, coordenado pela gerente de Vigilância Epidemiológica, Alessandra Carreira, teve início no dia 11 de agosto e segue até 2 de setembro, com carga horária de 16 horas e certificação emitida pela Escola de Saúde Pública do Estado de Mato Grosso.
Participam do curso técnicos e enfermeiros que atuam diretamente nas salas de vacinação das unidades de saúde. Durante a capacitação, os profissionais estão recebendo orientações sobre atualização do esquema vacinal, desde o recém-nascido até o idoso, análise do cartão vacinal, boas práticas de imunização e a rotina de funcionamento das salas de vacina.
Além disso, o treinamento aborda o planejamento de ações extramuros, como eventos e estratégias para atrair a população e ampliar a cobertura vacinal no município. Outro destaque é a implantação do novo sistema e-SUS, onde o registro das vacinas são mais ágeis e preciso das doses aplicadas, garantindo maior controle e acompanhamento da vacinação.
Para a gerente de Vigilância Epidemiológica, Alessandra Carreira, a capacitação representa um passo essencial para aprimorar a qualidade da assistência.
“Nosso objetivo é garantir que cada profissional esteja atualizado e preparado para oferecer um atendimento de excelência. A vacinação é uma das ferramentas mais importantes para a prevenção de doenças, e capacitar nossa equipe é fundamental para manter os índices de imunização em níveis seguros para toda a população de Várzea Grande.”
Alessandra ressalta que o treinamento vem sendo ministrado por equipes da atenção primária e da vigilância epidemiológica.
A expectativa da Secretaria Municipal de Saúde é que, com a atualização técnica e a padronização das práticas, o município avance ainda mais na cobertura vacinal e na qualidade dos serviços oferecidos à comunidade.
VÁRZEA GRANDE
CMEI promove reflexão e conscientização sobre a violência contra a mulher
Nem toda violência deixa marcas visíveis. Muitas vezes, ela se esconde no silêncio, no medo, no controle e em situações que, por muito tempo, foram tratadas como algo “normal”. Para discutir essa realidade e ampliar o debate sobre o enfrentamento à violência contra a mulher, o Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Manoel Rosa de Figueiredo promoveu um encontro com a comunidade escolar.
A professora Márcia Maria de Souza Oliveira foi convidada para ministrar a palestra “A realidade da mulher não é cor de rosa”, que abriu espaço para informação, reflexão e conscientização sobre as diferentes formas de violência que podem atingir as mulheres.
“Mais do que falar sobre o problema, a iniciativa buscou fortalecer a compreensão de que informação também é uma ferramenta de proteção e que romper o silêncio pode ser o primeiro passo para buscar ajuda”, destacou a diretora da unidade escolar, Andreia Cristina Zangari.
Segundo a gestora, a atividade também reforçou o papel da educação na construção de relações baseadas no respeito, na dignidade e na valorização da vida.
“Ao trazer temas sociais para dentro do ambiente educacional, a unidade amplia o diálogo com profissionais, famílias e comunidade. O encontro também marcou o encerramento do Espaço de Saberes 2026, abordando um tema necessário e urgente, que precisa ser discutido por toda a sociedade”, afirmou.
A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, destacou que combater a violência exige uma sociedade preparada para ouvir, acolher e agir.
“Não podemos fechar os olhos para uma realidade que ainda atinge tantas mulheres. A educação tem o poder de abrir caminhos, romper silêncios e transformar comportamentos. Quando falamos sobre violência, quando orientamos e conscientizamos, estamos ajudando a construir uma rede de proteção. Nenhuma mulher deve sentir que está sozinha ou que precisa aceitar a violência como parte da sua vida”, afirmou Maria Fernanda.
A secretária ressaltou ainda que o enfrentamento à violência começa também pela mudança de atitudes e pela formação de uma cultura de respeito.
“Precisamos ensinar, desde cedo, que respeito não é uma escolha, é um princípio. Uma sociedade que educa para o respeito também se prepara para não tolerar a violência”, acrescentou.
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