VÁRZEA GRANDE
Prazo para pagamento de Alvará com desconto de 10% encerra nesta segunda-feira (23)
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O prazo para pagamento da taxa de Alvará 2026 com descontos de até 10%, em cota única (para quem não contém débitos com o fisco municipal), se encerra nesta segunda-feira (23.02). O prazo foi estabelecido por meio da Lei Complementar municipal 5.464/2025.
O contribuinte também pode pagar de forma parcelada em até três vezes mensais e consecutivas, com o vencimento da primeira parcela também para esta segunda-feira (23.02), sendo que nenhuma parcela poderá ser inferior ao valor de cinco UPFs/VG, ou seja, R$ 212,30.
Os atendimentos serão realizados, presencialmente, no Paço Municipal, de segunda à sexta-feira das 8h às 17h, no Centro de Atendimento ao Contribuinte (CAC), localizado no Paço Municipal. Os contribuintes também podem emitir seu boleto do Alvará por meio do nosso site institucional https://www.varzeagrande.mt.gov.br/alvara. Os munícipes também podem ser atendidos, no posto avançado da Subprefeitura do Cristo Rei ou ainda na Procuradoria Municipal. Também há atendimento, de forma virtual, pelo aplicativo WhatsApp pelo número (65) 9 8404-6296.
“Os recursos arrecadados são essenciais para a manutenção de serviços públicos e investimentos em infraestrutura. É importante que o contribuinte se atente aos prazos para garantir o desconto. Várzea Grande tem buscado incentivar a regularidade dos débitos e efetuado uma política de justiça fiscal. Além disso, estamos implantando facilidades para os contribuintes quitarem seus débitos por meio digital. Essa é uma forma de reconhecer o compromisso dos contribuintes com o desenvolvimento do município”, destaca o secretário de Gestão Fazendária, Marcos José da Silva.
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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes
A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.
Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.
A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.
A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.
“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.
Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.
A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.
“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.
Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.
Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.
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