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ATENÇÃO BÁSICA E MATERNIDADE

Pivetta propõe para Kalil parceria na saúde e implantação do Centro de Parto Natural

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MATO GROSSO

Resultados na atenção básica e no nascimento de 2.000 mil crianças motivaram o Estado de Mato Grosso a propor parceria com Várzea Grande 

Com resultados expressivos na área de Saúde Pública, como mais de dois mil nascimentos após a implantação da Maternidade Municipal em maio de 2021, Várzea Grande foi escolhida pelo governador e por seu vice, Mauro Mendes e Otaviano Pivetta, respectivamente, para ser modelo de universalização da Atenção Básica de Saúde e para ser piloto na implantação do Centro de Parto Natural, uma unidade escolar de formação técnica de profissionais da área de enfermagem especializados em partos naturais.

O vice-governador de Mato Grosso. Otaviano Pivetta e sua equipe de trabalho, acompanhado pelo prefeito Kalil Baracat, assinaram uma carta de intenção para instalação de um Centro de Parto Natural e Escola, a funcionar no Hospital e Maternidade Municipal. Também assinaram o documento, representantes da Fundação Nova Suíça Rachele Steingruber, da Escola de Saúde Pública do Estado, e, das secretarias Estadual e Municipal de Saúde.

A intenção maior é que Várzea Grande no futuro passe a ter um Hospital Materno Infantil.

“Várzea Grande será referência em parto humanizado. Também queremos que outros hospitais em todo o Mato Grosso adotem o parto natural como prioridade, porém é necessário começar. Hoje propusemos ao prefeito Kalil Baracat assinar essa carta de intenção para instalarmos na Maternidade Municipal o Centro de Parto Natural que vai humanizar os nascimentos e transformar esse Centro em uma escola para formarmos mais enfermeiros e enfermeiras obstetras, disseminando assim essa forma natural e mais humanizada de nascer. Outro ponto discutido é que nos colocamos à disposição do prefeito Kalil Baracat que demonstra um olhar especial para a Saúde e áreas sociais, para universalizar o serviço de Atenção Básica à Saúde em Várzea Grande. Nos colocamos à disposição da Gestão para instalar quantos PSFs e UBSs o município necessitar. Pois a Atenção Primária ou Básica é a porta de entrada para o cidadão a qualquer tratamento de saúde, inclusive para as nossas gestantes”, detalhou o vice-governador Otaviano Pivetta.

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As unidades de Atenção Básica à Saúde se reservam para os primeiros atendimentos realizados para aqueles que necessitam do SUS – Sistema Único de Saúde, gratuito e porta aberta em Várzea Grande e onde são solucionados mais de 90% dos casos de pacientes que procuram as unidades, ficando as unidades como o Hospital Pronto Socorro (HPSMVG) e as UPAs (IPASE e CRISTO REI), destinadas apenas para os casos classificados como de urgência e emergência.

Kalil Baracat agradeceu a atenção dada pelo vice-governador Otaviano Pivetta ao município e destacou se sentir orgulhoso por mais de duas mil crianças já terem nascidas na Maternidade Municipal Dr. Francisco Lustosa de Figueiredo inaugurada em maio de 2021. “Além do apoio à estruturação da Atenção Básica ou Primária em Várzea Grande oferecida hoje pelo vice-governador Pivetta, também destacamos a importância da parceria com a Fundação Nova Suíça que irá trabalhar com as mães gestantes por um parto humanizado e nós ofertaremos um acompanhamento digno e tranquilo desde o pré-natal, o nascimento e o pós-parto. Pivetta também nos trouxe outra demanda importantíssima que é universalização da Atenção Básica que consiste na construção de novos PSFs e UBS. Só temos a agradecer ao governo do Estado por mais essa parceria que está sempre olhando com carinho para a cidade de Várzea Grande e quem ganha serão as mães, a nossa gente que está sendo agraciada com programas importantes como este”, pontuou o prefeito.

O secretário de Saúde de Várzea Grande, Gonçalo Barros sinalizou que a busca de parcerias é fundamental para que o setor tenha e frisou que o Governo do Estado está sendo motivado a formalizar importantes parcerias com a cidade e sua estrutura, pelos resultados obtidos e nível de satisfação da população atendida.

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O presidente da Fundação Nova Suíça Rachele Steingruber, Ângelo Junqueira, explicou que o Centro de Parto Natural irá trabalhar com enfermeiras obstetras e as doulas – profissional que tem como função acompanhar a gestante durante o período de gravidez, parto e período pós-parto, além de apoiar, encorajar, oferecer conforto e suporte emocional durante o nascimento da criança.

“Nessa parceria o papel da Fundação vai ser de acolhimento porque existe uma cultura da cesariana, então precisamos quebrar esses paradigmas. E para a mulher tomar essa decisão de ter seu filho com parto natural ou cesariana, ela tem que se sentir acolhida e ter certeza de que tudo vai correr bem. Esse é o papel da Fundação. E nós precisamos dessa parceria com o Poder Público porque de 15 a 20% dos casos, no parto natural, precisam de fazer a transferência da gestante para um atendimento médico obstetra. E teremos o Centro Escola para a formação de novas enfermeiras obstetras”, detalhou.

De acordo com a secretária-adjunta de Estado de Saúde, Deize de Cássia Maia, a SES-MT será apoiadora com recursos e com a Escola de Saúde Pública. “Vamos fazer com que esse Centro de Parto entre no serviço da rede de atenção à saúde do SUS”, disse.

Já Silvia Aparecida Tomás, diretora da Escola de Saúde Pública, pontuou que “terá papel de formar os profissionais de saúde pública para estar na rede materna no município de Várzea Grande. Nós já temos uma parceria com o município para cursos técnicos de enfermagem e agora de especialização em obstetra com cenário de prática em Várzea Grande”.

 

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MATO GROSSO

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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