VÁRZEA GRANDE
Orientadoras sociais realizam visitas nas residências de famílias usuárias do SUAS em VG
VÁRZEA GRANDE
As orientadoras sociais da Secretaria de Assistência Social de Várzea Grande estão visitando, nesta semana, as residências das famílias usuárias do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) levando orientações, e ao mesmo tempo, identificando as necessidades das demandas das famílias assistidas. O trabalho também consiste na busca ativa para a inclusão de novos beneficiários nos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).
Como explica a coordenadora da Proteção Básica, Bernadete Miranda, esse trabalho de orientação e de busca ativa consiste no levantamento de dados que servirão para o planejamento das ações da rede socioassistencial. “A nossa missão é fazer com que os serviços, benefícios, programas e projetos sociais cheguem até as famílias que realmente necessitam de atendimento por parte do poder público. Muitas famílias desconhecem os seus direitos e o nosso trabalho é justamente fazer essa orientação”, destacou.
A coordenadora destacou ainda que o trabalho realizado pelas orientadoras sociais não se restringe somente ao auxílio de crianças e adolescentes, mas, também, à família como um todo. “Trabalhamos com grupos de crianças e adolescentes, grupos de pais e idosos com ações preventivas e proativas”.
A secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira, destacou a importância do trabalho conduzido pelas orientadoras sociais que realizam o acompanhamento das famílias inscritas no Cadastro Único e, a busca ativa a famílias que ainda não estão inseridas em nenhum programa social, para que possam ter assegurados os seus direitos e que sejam incluídas nos programas e serviços sociais. “O nosso trabalho consiste na aplicação de uma política de assistência social, mais inclusiva, de amparo e busca, principalmente, aos invisíveis”, completou.
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Formação fortalece práticas pedagógicas no Programa ETA
Professores que atuam no Programa Escola em Tempo Ampliado (ETA) participaram, na noite desta quarta-feira (19), na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Honorato Pedroso de Barros, de uma formação continuada. O encontro possibilitou aos profissionais refletirem sobre suas práticas pedagógicas, compartilharem vivências e conhecerem novas estratégias que contribuem para o desenvolvimento integral dos estudantes.
De acordo com a assessora pedagógica do Programa ETA, Jaqueline Rocha, o encontro reuniu 60 professores que atuam nas oficinas de artesanato, esporte, dança, manuseio da terra, música e teatro. “Esta foi a primeira reunião de um total de quatro encontros que ainda serão realizados até o mês de outubro. Além de fortalecer o trabalho coletivo, a formação tem um espaço de diálogo e aprendizagem, valorizando os conhecimentos e as experiências de cada professor. A formação tem carga horária de 20 horas”, destacou.
Para Jaqueline Rocha, mais do que pensar em atividades para preencher o tempo ampliado, a formação leva os profissionais a olhar para esse período com qualidade e intencionalidade. “Como professores, precisamos pensar no que queremos desenvolver com cada proposta, no que ela pode despertar nos alunos e em como podemos oferecer experiências diferentes daquelas que eles já vivenciam no cotidiano da sala de aula. As oficinas abrem espaço para experimentar, criar, investigar, trabalhar em grupo e aprender de outras formas”, disse.
A assessora pedagógica ressaltou ainda que um dos grandes desafios da escola em tempo ampliado é fazer com que mais tempo na escola represente também mais possibilidades de aprendizagem, convivência e desenvolvimento. “O encontro de ontem à noite foi para compartilhar ideias, alinhar caminhos e, principalmente, reforçar que o tempo ampliado ganha sentido quando conseguimos transformá-lo em oportunidades significativas para nossos alunos.”
Dinâmica
A formação de cada oficina ocorreu separadamente, para que os profissionais pudessem trabalhar de forma mais específica suas atribuições. “As dinâmicas e as atividades foram propostas dentro das salas de aula, com o objetivo de garantir um acompanhamento mais próximo e focado. Por isso, as oficinas foram divididas, permitindo que cada professor se dedicasse integralmente às suas atribuições”, completou Jaqueline Rocha.
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