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Mutirão de Regularização amplia atendimento no Novo Mundo 

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Mais de 260 imóveis foram regularizados e cobrança passou a refletir o consumo real

O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE/VG) concluiu mais uma etapa importante do processo de regularização de ligações de água, dessa vez no bairro Novo Mundo. A ação garantiu que mais de 260 residências passassem a integrar corretamente o sistema de abastecimento da cidade, de forma justa e segura.

Foram 44 hidrômetros instalados e outras 222 ligações regularizadas, utilizando o modelo de cobrança por estimativa com base na metragem da área construída, conforme dados da Prefeitura. Os moradores que desejarem poderão solicitar a instalação de um hidrômetro individual em qualquer momento e passarão a ser cobrados de acordo com o consumo real.

Além disso, foram feitas cinco novas ligações sem necessidade de corte de asfalto e um ligação com corte, com todo o cuidado técnico necessário. Durante o mutirão, a equipe de viabilidade do DAE também realizou 16 estudos para analisar a possibilidade de novas conexões.

Essa ação tem impacto direto na qualidade do serviço prestado à população. Quando ligações irregulares permanecem fora do controle, além do risco de desperdício e baixa pressão, o custo do abastecimento acaba recaindo sobre os demais usuários. Um exemplo disso é a arrecadação da região, que passou de R$ 64.836,61 em abril para R$ 141.811,44 em maio, após a regularização.

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“Esse trabalho é sobre justiça e responsabilidade. Quem usa água precisa contribuir para o funcionamento do sistema. Estamos corrigindo distorções e garantindo um abastecimento mais eficiente para todos”, afirma o diretor-presidente do DAE, Zilmar Dias.

O DAE reforça que esse é apenas o começo de um trabalho contínuo, que será expandido para outros bairros da cidade. No momento, as equipes já estão atuando no bairro Paiaguás, com o mesmo objetivo: combater ligações clandestinas, incentivar a regularização e assegurar que a água chegue de forma justa e sustentável a toda a população.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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