VÁRZEA GRANDE
Educação informa período de matrículas para novos alunos da rede municipal de Várzea Grande
VÁRZEA GRANDE
A Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer está divulgando o período de matrícula para o ano letivo de 2023 nas unidades de ensino da rede municipal de Várzea Grande.
De acordo com o secretário Silvio Fidelis, as rematrículas de todos os alunos que já estavam na rede municipal puderam ser feitas nas unidades escolares entre os dias 5 a 16 de dezembro de 2022. “Todos os alunos oriundos do redimensionamento tiveram sua vaga assegurada nas unidades de destino”, disse.
A matrícula de novos alunos para a rede municipal vai ocorrer entre os dias 10, 11, 12 e 13 de janeiro também de maneira online no endereço eletrônico: http://www.varzeagrande.mt.gov.br/gestao-educacional/.
Dia 10, pais ou responsáveis poderão realizar a matrícula para os Centros Municipais de Educação Infantil (CMEI) das regiões Leste e Oeste. Para as CMEIs das regiões Norte e Sul, as matrículas poderão ser no dia 11 de janeiro.
Para as Escolas Municipais de Educação Básica (EMEB), as matrículas online dos novos alunos poderão ser feitas no dia 12 de janeiro para as escolas das regiões Leste, Oeste e Centro no dia 12 de janeiro e para as escolas das regiões Norte e Sul no dia 13 de janeiro.
O secretário Silvio Fidelis informou que, após a solicitação da matrícula online feita no Portal da Prefeitura, os pais e responsáveis irão receber um email de confirmação e terão um prazo de 5 dias para comparecer à unidade escolar levando toda a documentação prevista para a efetivação da matrícula. “É importante ficar atento para não perder o prazo e por consequência não conseguir a vaga para o aluno”, alertou o secretário.
A rede municipal de Educação de Várzea Grande atualmente conta com 90 unidades escolares e atende cerca de 30 mil alunos da Educação Infantil ao Ensino Básico.
Fonte: Prefeitura de Várzea Grande MT
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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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