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Coordenadoras e técnicas participam de capacitação para alinhamento de programas sociais 

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Coordenadoras, técnicas e orientadoras que atuam em programas sociais executados pela Secretaria de Assistência Social, estão participando nesta sexta-feira (24), de uma formação que faz parte do processo permanente de aprendizagem e alinhamento dos serviços ofertados pelo Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

A capacitação está sendo feita pela equipe técnica da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e faz parte da formação contínua, junto aos municípios, que desenvolvem programas sociais que são acompanhados e fiscalizados pelo Governo do Estado.

A superintendente de Programas e Benefícios da Setasc, Marimar Michels, destacou a importância do encontro na formação continuada das equipes que atuam, de forma direta, ou indiretamente, nos Programas PETI (Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil) e Acessuas Trabalho (Programa de Promoção do Acesso ao Mundo do trabalho). “É importante que equipes estejam alinhadas para desenvolverem esses trabalhos, e essa capacitação tem esse propósito”.

A Técnica Estadual do Programa PETI e Acessuas Trabalho, Simone Garcia Santos disse que o município de Várzea Grande fez o termo de aceite dos Programas PETI e da Promoção ao Acesso do Mundo do Trabalho e que estão executando, daí o Governo do Estado oferta a capacitação.

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Como explica a técnica, a capacitação é realizada de acordo com as solicitações feitas pelos municípios. “Neste momento estamos fazendo a formação da equipe que atua no programa de Erradicação do Trabalho Infantil, porém solicitamos também a convocação de técnicos da Proteção Básica, da média, especial e Cadastro Único, justamente porque o PETI passeia por todas essas proteções, então a gente sempre faz essa formação convocando todas essas equipes”.

Simone Garcia destacou também a importância da capacitação uma vez que a política de Assistência Social já está desenhada, mas precisa ser implementada por parte do Estado e dos municípios.

A coordenadora do Programa PETI, em Várzea Grande, Geni Carrelo dos Santos , disse que o município tem realizado diversas ações de combate a exploração do trabalho infantil e que atua nos Centros de Referência em Assistência Social, de forma conjunta com os Serviços de convivência e Fortalecimento de Vínculos.

“Nossa equipe trabalha na orientação familiar e comunitária sobre o trabalho infantil, do que se deve ou não ser feito por uma criança, e os danos que essa ação faz na vida dessas pessoas. Também atuamos fortemente nas mobilizações, principalmente, em datas comemorativas, como o 12 de Junho, Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, com campanhas de conscientização, palestras nas escolas e na realização de pit stop realizado em diversas regiões da cidade”, destacou.

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A secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira, disse que a participação do Governo do Estado, em especial da Secretaria de Assistência Social e Cidadania têm sido fundamental na execução de vários programas e ações desenvolvidas no município e, essa participação fortalece ainda mais o trabalho em prol daqueles que vivem em vulnerabilidade e risco social.

A gestora disse ainda que a responsabilidade do município está sendo cumprida com o programa PETI que faz muito bem esse papel, que compõem uma das políticas públicas de Assistência Social em Várzea Grande. “E isso se deve também ao comprometimento da primeira-dama e Promotora de Justiça, Kika Dorilêo Baracat, que como operadora de justiça conhece bem as questões envolvendo violações de direitos e uma pessoa comprometida com as causas sociais. Essa capacitação fortalece a nossa rede de atuação e o processo continuado que visa ampliar conhecimento e desempenho de nossos servidores”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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