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Banda Eva fecha 1ª edição do Hopi Arraiá com muito axé e forró
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A primeira edição do Hopi Arraiá, que animou o sábado (21), no Hopi Hari, terminou em grande estilo com o show da Banda Eva, uma das referências do axé-music do Brasil, mas que levou também muito forró para o público que estava aproveitando as apresentações musicais, brincadeiras tradicionais e os pratos típicos da festa.

Antes de subir ao palco, o vocalista Felipe Pezzoni falou com exclusividade ao Portal iG sobre a expectativa para o show.
“ São João é alegria e essa é a nossa proposta aqui; poder trazer para o Hopi Arraiá um pedacinho da Bahia, um pedacinho dessa alegria” , disse.
Segundo ele, além dos clássicos da Banda Eva, o público também entraria no clima de São João.
“O São João é uma festa que a gente ama e o forró é um ritmo que a gente adora também. Tem tudo a ver com o que a gente faz, de levar essa alegria, levar boa música e levar amor para o público” , afirmou.
Felipe Pezzoni também destacou a alegria da banda em tocar para o público do Hopi Hari.
“É um público diversificado, com jovens, famílias, crianças. Para a banda Eva, que tem 45 anos de estrada e pegou várias gerações, é muito bacana. A gente segue nessa missão de estar dando continuidade a esse legado e de estar renovando também esse público. Então, termina jogando ao nosso favor o fato de serem várias idades, várias gerações ”, destacou.
E, entre as novidades para o futuro da banda, ele adiantou o início da produção de um álbum 100% de inéditas.
“É um trabalho que queremos lançar logo depois do Carnaval de 2026” .
Rastapé
E antes da banda Eva, quem levou muita energia para o palco do Hopi Arraiá foi a banda Rastapé, que é conhecida por modernizar o forró sem perder a essência. E foi isso que fizeram.

Para o vocalista Jorge Filho, foi emocionante tocar para o público animado que estava no Hopi Hari.
“Foi maravilhoso, um palco lindo, com som maravilhoso e a galera com uma energia bacana demais, inesquecível. Só energia boa, só energia pura, e fica até saudade”.
Além das músicas clássicas do Rastapé, como Coro de Menino, Beijo Roubado e Anjo do Céu, a banda apresentou também músicas raízes de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, entre outras. Teve também Lulu Santos, Tim Maia e Gilberto Gil.
Além das mais de 40 atrações do maior parque temático de São Paulo e os shows da Banda Eva e Rastapé, a 1ª edição do Hopi Arraiá também teve Enok Virgulino e Bicho de Pé.

Bicho de Pé
Em uma apresentação vibrante, a banda Bicho de Pé abriu o Hopi Arraiá 2025 com um repertório repleto de ritmos brasileiros, incluindo forró, xote, baião, samba, maracatu, carimbó e o tradicional arrasta-pé.
Representando o grupo, Carla Marins destacou a importância do forró universitário. “Esse estilo foi muito importante para o movimento todo, porque vieram novas bandas, com músicas autorais” , pondera a vocalista.
A artista ainda enxerga a apresentação como uma forma de reforçar a conexão com o público jovem. “Aqui tem espectadores de todas as faixas etárias. Poder fazer uma festa, em um parque de diversão que atrai crianças do país inteiro, nos conecta com essas pessoas”, destaca ela, que recentemente lançou a canção “Oxe Menino” , com a banda.

Enok Virgulino
Na sequência da banda Bicho de Pé, foi a vez de Enok Virgulino animar o público no palco do Hopi Arraiá. Reconhecido como fundador do tradicional Trio Virgulino, grupo que comandou por quase quatro décadas, o músico agora segue em carreira solo, espalhando sua energia vibrante e celebrando as raízes nordestinas por onde passa.
“É muito gratificante poder permanecer na cultura nordestina, mostrando o que há de melhor das coisas do sertão. Descendentes do nosso forró, temos Falamansa, Bicho de Pé, Rastapé. Todos eles iam ao meu forró dançar e pediam para dar uma canjinha” , recorda ao iG Turismo.
Enok ainda defende que as festas juninas são capazes de trazer crianças e jovens para as tradições nordestinas, como as celebrações de São João, as comidas típicas e as músicas ancestrais.
Para o músico, participar do Hopi Arraiá 2025 é um jeito de se aproximar da nova geração. Segundo ele, a festividade perpetua o legado da cultura musical e faz com que os espectadores conheçam diferentes ritmos.
“Estar aqui é muito importante, porque é a certeza de que vamos abrir portas para novos públicos, novas criaturinhas que vêm se divertir. Já pensou: você vem aqui e vê um sanfoneiro tocando? Isso é fundamental. Se não fizessem esses tipos de eventos, daqui a uns 20 anos ninguém nem saberia o que é uma sanfona” , argumenta.
Confira os principais momentos do Hopi Arraiá 2025
Fonte: Turismo
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No frio? Conheça a praia brasileira com mar quente o ano todo

Enquanto o inverno se aproxima e as temperaturas caem em grande parte do país, um destino no litoral do Rio de Janeiro oferece um contraste surpreendente: águas quentes durante todo o ano. Localizada próxima à Usina Nuclear de Angra dos Reis, a Praia do Laboratório atrai visitantes em busca de um mergulho relaxante, mesmo nos dias mais frios.
Por que a água é quente?
O fenômeno ocorre devido ao processo de resfriamento das usinas nucleares Angra 1 e Angra 2. A água do mar é utilizada para resfriar o vapor gerado na produção de energia elétrica e, após passar por um sistema isolado, é devolvida ao oceano com temperatura entre 3°C e 5°C mais elevada.
Segundo a Eletronuclear, responsável pelas usinas, não há contato entre a água do mar e materiais radioativos, garantindo segurança aos banhistas. Monitoramentos realizados pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) confirmam que a praia é própria para banho desde 2016.
Um cenário paradisíaco e tranquilo
Com uma pequena faixa de areia cercada por vegetação exuberante, a Praia do Laboratório é um refúgio pouco explorado por turistas. Suas águas calmas são ideais para mergulho e observação da vida marinha, incluindo tartarugas que frequentam a região.
O acesso não é sinalizado, o que ajuda a preservar a tranquilidade do local. Partindo de São Paulo, o trajeto mais comum é pela Rodovia Rio-Santos (BR-101), seguindo por uma estrada asfaltada próxima às usinas. Apesar da ausência de infraestrutura comercial, vendedores ambulantes costumam circular no local durante a alta temporada.
Destaque nas redes sociais
Recentemente, a praia ganhou fama após um vídeo de um mergulho nas águas quentes viralizar nas redes sociais, alcançando milhões de visualizações. Apesar de algumas dúvidas sobre a segurança devido à proximidade com a usina, não há riscos à saúde.
Vale a pena visitar?
Para quem busca um destino diferente, longe das agitações turísticas, a Praia do Laboratório é uma ótima opção. Além do banho relaxante, o cenário natural proporciona um dia de paz e conexão com a natureza. Recomenda-se levar água e alimentos, já que o local não conta com quiosques ou restaurantes.
Se a ideia é fugir do frio e mergulhar em águas quentes em pleno inverno, esse recanto escondido no litoral fluminense pode ser a escolha perfeita.
Como chegar:
Partindo de São Paulo: siga pela BR-101 (Rio-Santos) até Angra dos Reis.
Acesso à praia: procure uma estrada asfaltada próxima às usinas nucleares (não há placas indicativas).
Estacionamento: há um local para estacionar perto da orla.
Fonte: Turismo
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