POLÍTICA
Xuxu Dal Molin repudia invasão de templo religioso em Curitiba (PR)
POLÍTICA
Foto: Ronaldo Mazza
A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) aprovou, durante a sessão desta quarta-feira (9), uma moção de repúdio contra o vereador Renato Freitas (PT). O legislador foi identificado como líder da manifestação que terminou com a invasão da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, no último sábado (5), em Curitiba, capital do estado do Paraná.
Segundo organizadores, o ato ocorreu em protesto pelo assassinato do congolês Moïse Kabagambe, em janeiro deste ano, no Rio de Janeiro (RJ), supostamente motivado por racismo.
Para o autor da propositura, deputado estadual Xuxu Dal Molin (PSC), a invasão do templo religioso representa um grave ato de intolerância religiosa, além de comprometer “a proteção da segurança nacional, da ordem, saúde e da moral pública”.
“O Brasil assistiu estarrecido àquelas imagens de selvageria e desrespeito. Dezenas de católicos sendo expulsos de uma igreja ao som de vaias e palavras hostis. Sou um ferrenho defensor da livre manifestação de pensamento, da liberdade de expressão, do direito de ir e vir, entre outros preceitos constitucionais. Por outro lado, é preciso lembrar que nenhum direito é absoluto. Para exercer sua cidadania é necessário respeitar a liberdade das demais pessoas; nesse caso em específico, da sociedade católica ao qual eu também faço parte”, observa Dal Molin.
Ao defender a aprovação da Moção de Repúdio, o parlamentar mato-grossense reconheceu a necessidade de ampliar o debate em torno dos crimes cometidos por racismo ou, ainda, àqueles praticados contra o público feminino (feminicídio).
“Nesta proposição não adentramos no motivo da manifestação propriamente dita. A pauta antirracista deve ser amplamente debatida e defendida. Ocorre que a forma utilizada por esse vereador [Renato Freitas], prejudica a batalha daqueles que, com justiça e respeito ao ordenamento jurídico, realizam manifestações legais e pacíficas”, ponderou.
POLÍTICA
Dia do Trabalho, mais do que homenagem, transformamos compromissos em políticas públicas
O 1º de Maio não é apenas uma data comemorativa. É um convite à reflexão sobre algo que nos define como seres humanos: o trabalho. Mais do que um meio de subsistência, trabalhar é uma lei natural do progresso. É pelo esforço, pela criação e pela contribuição que o ser humano evolui, aprimora seus talentos e deixa sua marca no mundo.
Toda ocupação útil é trabalho verdadeiro. O agricultor que cultiva a terra, o professor que forma consciências, o operário que ergue cidades, o artista que emociona, o cientista que descobre: todos expressam, à sua maneira, a mesma força que move a humanidade adiante. O trabalho dignifica porque nos conecta ao que somos capazes de construir. Edifica porque nos desafia a ir além do que já somos.
Mas o equilíbrio é parte dessa equação. Uma vida consumida pela produção sem pausas não é plena: é exaustão. O descanso não é o oposto do trabalho; é sua continuação por outros meios. É no lazer que recuperamos energia, cultivamos afetos e nos tornamos pessoas mais completas. Saúde física e mental dependem dessa alternância entre o fazer e o ser.
Falar sobre o valor do trabalho exige coerência entre discurso e ação. Como secretário de Estado de Trabalho e Assistência Social e hoje na Presidência da ALMT, tenho buscado transformar esse compromisso em política concreta. Idealizei Câmara Setorial para garantir insalubridade e aposentadoria especial aos Agentes de Saúde e de Combate a Endemias. A Lei nº 12.157/2023 regulamentou as condições dos tradutores de Libras. A Lei nº 12.581 criou o Ecobike, substituindo veículos de tração animal e garantindo reinserção socioeconômica às famílias dependentes dessa atividade.
Nesta semana, a Câmara Setorial “Cuidar e Educar” avança para regularizar cerca de 7 mil educadores de creches que, apesar de formarem crianças diariamente, não são reconhecidos como professores e não acessam piso salarial, plano de carreira nem aposentadoria especial. Corrigir essa distorção é um ato de justiça.
O mundo do trabalho enfrenta ainda outro desafio: a Inteligência Artificial. A automação redesenha profissões e gera inquietação legítima. Mas a história nos ensina que a humanidade sempre encontrou novos caminhos. A Revolução Industrial também gerou medo, mas abriu espaço para novas formas de organização. O que se impõe é adaptação com consciência e solidariedade. Se a máquina assume tarefas repetitivas, cabe ao ser humano avançar no que nenhum algoritmo substitui: o pensamento crítico, a empatia e o cuidado com o outro.
Neste 1º de Maio, homenageamos quem trabalha e refletimos sobre o futuro que queremos: em que o trabalho seja fonte de dignidade, o avanço tecnológico sirva à vida humana e o descanso seja direito, não privilégio.
Trabalhar bem, descansar bem e adaptar-se com sabedoria. Esse é o caminho.
*Max Russi é deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT)
Fonte: ALMT – MT
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