CUIABÁ
Search
Close this search box.

POLÍTICA

Xuxu Dal Molin assume na ALMT e acompanhará contratos para duplicação da BR-163

Publicado em

POLÍTICA

O primeiro suplente do União Brasil, Xuxu Dal Molin, assumiu na manhã desta sexta-feira (24), na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), a cadeira parlamentar do deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União Brasil), licenciado da Casa de Leis por 120 dias. ;

Titular na legislatura que passou, Xuxu Dal Molin não foi reeleito, mas nem por isso interrompeu sua atuação na cena política mato-grossense – e já assumiu a vaga no Poder Legislativo incumbido pelo presidente, seu correligionário Eduardo BotelhoEduardo Botelho (União Brasil), da importante missão de representar o parlamento mato-grossense no acompanhamento dos contratos que serão celebrados pelo governo estadual para a duplicação da rodovia BR-163. ;

“Delegamos ao deputado Dal Molin a responsabilidade de acompanhar a finalização desses contratos; ele irá representar a Assembleia Legislativa, que tem o papel constitucional de fiscalizar as ações do Poder Executivo”, assinalou o presidente Eduardo Botelho. ;

Questão humanitária – “A duplicação da rodovia BR-163 não é apenas demanda de ordem econômica; muito além disso, é necessidade até humanitária, porque centenas de pessoas perdem a vida todos os anos em acidentes, muitos dos quais não aconteceriam se a ampliação da pista tivesse já sido executada”, assinalou Dal Molin. ;

Leia Também:  Elizeu assume presidência da comissão de segurança e projeto de câmeras em fardas será revisto

Na legislatura passada, quando ainda titular na ALMT, Xuxu Dal Molin foi um dos principais articuladores dos entendimentos com o governo federal para que o Executivo mato-grossense assumisse a responsabilidade pela manutenção e futura ampliação daquela rodovia federal. ;

Fonte: ALMT – MT

Propaganda

POLÍTICA

Duas mulheres são eleitas para a ALMT após quatro legislaturas

Publicados

em

Samantha do Abilio (PL) e Alessandra Ferreira (Podemos) estão entre os 24 deputados estaduais eleitos neste domingo (4) para a 21ª Legislatura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com 100% das urnas apuradas, Samantha recebeu 57.900 votos e Alessandra, 50.802. O resultado faz com que a ALMT volte a ter duas mulheres eleitas diretamente para exercer mandatos titulares simultaneamente.

A última vez que isso ocorreu foi nas eleições de 2010, quando Luciane Bezerra e Teté Bezerra conquistaram cadeiras para a 17ª Legislatura (2011–2015). Nas três eleições seguintes (2014, 2018 e 2022), apenas uma mulher, Janaina Riva (MDB), foi eleita deputada estadual em cada pleito.

Na atual legislatura, outras mulheres também exerceram temporariamente o mandato como suplentes. Em julho de 2025, a ALMT registrou, pela primeira vez, três mulheres em exercício simultaneamente: Janaina Riva, titular, e as suplentes Professora Graciele e Valdeniria Dutra. Também assumiram como suplentes ao longo da 20ª Legislatura Sheila Klener, Sandy de Paula, Priscila Dourado e Marildes Ferreira.

Nas eleições de 2026, as mulheres representaram 34% do total de candidaturas registradas em Mato Grosso, mesmo percentual verificado no estado nas eleições gerais de 2022. Apesar de serem maioria entre o eleitorado, a participação feminina entre os candidatos permaneceu em cerca de um terço.

Leia Também:  Deputada Marildes apresenta projeto para determinar o uso de tornozeleira a agressores de mulheres

Eleitas, Samantha e Alessandra representarão 8,3% da composição da Casa na próxima legislatura. Samantha do Abilio, de 42 anos, é designer de interiores e vereadora de Cuiabá. Eleita para a Câmara Municipal em 2024, chega à Assembleia para o primeiro mandato como deputada estadual. Já Alessandra Ferreira, de 36 anos, é cirurgiã-dentista e empresária. Foi secretária municipal de Promoção e Assistência Social de Rondonópolis entre 2025 e 2026 e disputou neste ano sua primeira eleição para um cargo eletivo.

A presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou a diferença entre o número de mulheres no eleitorado e a presença delas nos cargos eletivos. “A gente tem 51% dos eleitores que são mulheres. E por que elas não podem ter uma representatividade? Então a gente tem que melhorar essa cultura, conversar mais, trocar nossas experiências e fazer com que esse número comece a crescer também”, afirmou.

Para a cientista política Christiany Fonseca, a participação feminina nas eleições não se converte automaticamente em representação parlamentar. Segundo ela, o processo envolve acesso às estruturas partidárias, recursos de campanha, redes políticas e condições para que as candidaturas sejam competitivas. “É preciso conseguir entrar, competir, vencer e depois permanecer na política”, resumiu Christiany.

Leia Também:  Assembleia Legislativa concede moções de aplausos a membros do Lions Clube de Mato Grosso

A eleição de Samantha e Alessandra ocorre 16 anos depois do pleito que levou duas mulheres simultaneamente à Assembleia. Elas assumem os mandatos em 1º de fevereiro de 2027.

Fonte: ALMT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA