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Thiago Silva cobra pagamento a médicos e atendimento na Santa Casa em Rondonópolis

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O deputado estadual Thiago Silva (MDB) demonstrou preocupação, e apresentou cobrança, durante a sessão plenária desta quarta-feira (2), sobre a falta de pagamento aos profissionais e o caos instalado na Santa Casa de Misericórdia, em Rondonópolis.

“É lamentável que hoje a Santa Casa não esteja realizando cirurgias eletivas e consultas, por conta de falhas administrativas e falta de pagamento aos profissionais. Cobramos aqui na Assembleia, durante o mandato, que o governo pudesse regularizar os repasses para estruturar o atendimento na Santa Casa e precisamos que a população receba um tratamento digno e com celeridade”, cobrou o deputado.

De acordo com os médicos que fizeram a paralisação, desde 29 de março, já são setes meses sem o recebimento de salários. A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que os pagamentos que são feitos para a Prefeitura de Rondonópolis estão em dia, e o Executivo tem a obrigação de realizar o repasse para a Santa Casa, que presta atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para milhares de pessoas da região sudeste.

Thiago Silva reforçou sua preocupação com a falta de atendimento nas áreas de ortopedia, oncologia, maternidade, entre outras. “A Santa Casa parece uma novela sem fim, que se arrasta há muito tempo. Eu mesmo destinei R$ 1 milhão em emendas para o Hospital que é importante para a nossa cidade e região. Quem sofre é o povo mais humilde, que não tem condições de pagar um plano de saúde e espera o atendimento de qualidade no SUS. Como representante do povo, quero fazer em público essa cobrança para que se resolva esta situação”, reforçou.

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Fonte: ALMT – MT

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Deputada Eliane Xunakalo classifica dispensa de servidores e fechamento de unidades do Samu, como desmonte da política de saúde

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A deputada estadual em exercício, Eliane Xunakalo (PT), classificou como desmonte da política pública de saúde a dispensa de 56 servidores (técnicos de enfermagem, enfermeiros e condutores socorristas) e o fechamento de cinco das 12 unidades do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) em Cuiabá e Várzea Grande. Com isso, o serviço perdeu quase a metade de sua capacidade operacional e um quarto de seus servidores.

“O Samu é o primeiro serviço que nós, cidadãos, temos acesso, desde o parto a problemas de saúdes e acidentes. Não é um investimento tão alto, como o governo do estado afirma, porque o custeio é tripartite: 50% do Governo Federal, 25% dos estados e 25% dos municípios. Ao transferir o serviço para o Corpo de Bombeiros, cujo custeio é de responsabilidade exclusivamente estadual, terá que desembolsar ainda mais, por ser preciso contratar e treinar novos profissionais. Já tivemos experiências anteriores, que não atenderam às demandas”, afirmou.

“Como fica a população, especialmente a mais vulnerável? O gestor público precisa pensar em serviços fundamentais. É preciso olhar as contas antes de fazer cortes num serviço tão importante como o Samu. Teremos pela frente uma estiagem prevista para o segundo semestre deste ano, com alto risco de secas severas e calor extremo. Vamos precisar, e muito, dos serviços oferecidos pelo Samu”, completou a parlamentar.

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Eliane Xunakalo acrescentou que não só apoia como reforça a iniciativa de seu colega Lúdio Cabral (PT), a quem substitui por 30 dias, que enviou, no final de março, ofício ao Ministério Público Estadual pedindo para investigar as demissões e fechamento das bases do Samu pelo Governo do Estado. “É preciso que sejam tomadas medidas para assegurar a continuidade dos serviços prestados pelo Samu à população mato-grossense”, concluiu. (Por Jairo Pitolé)

Fonte: ALMT – MT

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