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Nininho destaca a importância da retomada dos trabalhos do Incra em Rondonópolis

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Foto: Renato Cordeiro / Assessoria de Gabinete

Na tarde de quinta-feira (20), o deputado estadual Ondanir Bortolini (PSD), Nininho, participou da cerimônia de reativação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) – Unidade Avançada Sul de Mato Grosso, acompanhado da superintendente regional substituta, Marina Reis Souza. O parlamentar acompanha as dificuldades das famílias que precisam se dirigir até Cuiabá, desde 2020, quando os atendimentos foram transferidos para a capital. Ele destacou a importância do retorno dos atendimentos na região.

“Os processos precisam andar, são famílias que esperam há mais de 30 anos pelos títulos definitivos, e precisamos dar o direito a essas famílias de terem não apenas seus documentos, mas também o direito de desenvolver e prosperar em suas propriedades. Tenho certeza que esta unidade será fundamental para agilidade dos processos”, pontuou Nininho.

O deputado agradeceu os esforços de todos que contribuíram para a retomada dos atendimentos e agradeceu os servidores da região. “O superintendente do Incra, coronel Cunha, tem feito gestão e concentrado esforços para agilizar a regularização fundiária em todo o estado. Quero aproveitar e agradecer os servidores Flávio Simões, chefe da unidade de Rondonópolis e ao Robson Fonzar, que pessoas capacitadas para a missão que temos aqui”, lembrou Nininho.

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De acordo com o Incra, além de Rondonópolis outros 16 municípios serão atendidos na unidade: Alto Garças, Alto Araguaia, Alto Taquari, Araguainha, Campo Verde, Dom Aquino, Guiratinga, Itiquira, Jaciara, Juscimeira, Pedra Preta, Poxoréu, Primavera do Leste, São José do Povo, São Pedro da Cipa e Tesouro.

Também participaram da cerimônia de reativação da unidade, o deputado estadual Gilberto Cattani; os vereadores Roni Cardoso, Marisvaldo Gonçalves, Ozeias Reis, Kaza Grande, Dico e Dr. Jonas Rodrigues;  o diretor da Sema Ailnton Fonseca; os servidores do Incra Flávio Simões e Robson Fonzar; o presidente do Comitê de reabertura do Incra, Nelsivon e lideranças dos 17 municípios da região Sul.

Fonte: ALMT

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Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia

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O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.

A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.

A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.

“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.

Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.

“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.

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Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.

Fonte: ALMT – MT

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