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Lei auxilia na identificação de sinais precoces do autismo em MT

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O mandato do deputado estadual Wilson Santos (PSD) se destaca pelo número de leis, projetos e ações voltados à inclusão social e à assistência de pessoas com dificuldades no neurodesenvolvimento, especialmente aquelas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Entre as 16 leis sancionadas de sua autoria, a lei nº 11.349/2021 institui a aplicação do questionário M-CHAT (Modified Checklist for Autism in Toddlers) para o rastreamento de sinais precoces do autismo durante atendimentos nas unidades de saúde públicas e privadas de Mato Grosso.

“Desde 2019, buscamos trabalhar esse tema, que ainda é recente no campo social. Infelizmente, muitas famílias enfrentam dificuldades no momento do diagnóstico, especialmente quando ele é feito de forma tardia. Por isso, é fundamental que pais ou responsáveis, ao notarem determinados sinais, busquem auxílio para identificar o autismo precocemente. Essa nossa lei do M-CHAT tem como finalidade atender crianças de 16 a 30 meses de idade e conta com a recomendação do Ministério da Saúde”, explicou o deputado.

O M-CHAT é um questionário aplicado por profissionais da saúde com 23 perguntas que avaliam os comportamentos da criança e a frequência ou ausência de sinais de autismo. Entre as questões abordadas estão se há interesse por outras crianças, se gosta de subir em objetos, brincar de faz-de-conta, se mantém contato visual por um ou dois segundos, se é sensível a ruídos, se responde quando é chamado pelo nome, entre outras condutas. A partir das respostas, a avaliação indicará se o risco de TEA é baixo, médio ou elevado. Em caso de indicação positiva, a criança será encaminhada para um diagnóstico preciso e intervenção imediata.

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Fonte: ALMT – MT

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Deputada Eliane Xunakalo classifica dispensa de servidores e fechamento de unidades do Samu, como desmonte da política de saúde

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A deputada estadual em exercício, Eliane Xunakalo (PT), classificou como desmonte da política pública de saúde a dispensa de 56 servidores (técnicos de enfermagem, enfermeiros e condutores socorristas) e o fechamento de cinco das 12 unidades do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) em Cuiabá e Várzea Grande. Com isso, o serviço perdeu quase a metade de sua capacidade operacional e um quarto de seus servidores.

“O Samu é o primeiro serviço que nós, cidadãos, temos acesso, desde o parto a problemas de saúdes e acidentes. Não é um investimento tão alto, como o governo do estado afirma, porque o custeio é tripartite: 50% do Governo Federal, 25% dos estados e 25% dos municípios. Ao transferir o serviço para o Corpo de Bombeiros, cujo custeio é de responsabilidade exclusivamente estadual, terá que desembolsar ainda mais, por ser preciso contratar e treinar novos profissionais. Já tivemos experiências anteriores, que não atenderam às demandas”, afirmou.

“Como fica a população, especialmente a mais vulnerável? O gestor público precisa pensar em serviços fundamentais. É preciso olhar as contas antes de fazer cortes num serviço tão importante como o Samu. Teremos pela frente uma estiagem prevista para o segundo semestre deste ano, com alto risco de secas severas e calor extremo. Vamos precisar, e muito, dos serviços oferecidos pelo Samu”, completou a parlamentar.

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Eliane Xunakalo acrescentou que não só apoia como reforça a iniciativa de seu colega Lúdio Cabral (PT), a quem substitui por 30 dias, que enviou, no final de março, ofício ao Ministério Público Estadual pedindo para investigar as demissões e fechamento das bases do Samu pelo Governo do Estado. “É preciso que sejam tomadas medidas para assegurar a continuidade dos serviços prestados pelo Samu à população mato-grossense”, concluiu. (Por Jairo Pitolé)

Fonte: ALMT – MT

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