CUIABÁ
Search
Close this search box.

POLÍTICA

Eduardo Botelho quer fortalecer comissões para que Assembleia Legislativa avance na fiscalização

Publicado em

POLÍTICA

O presidente da Assembleia Legislativa citou ainda que a Comissão de Educação tem um papel muito importante pela frente

Foto: Ronaldo Mazza

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho (União Brasil), anunciou em plenário durante sessão ordinária nesta quinta-feira (3), que está em fase de elaboração de um projeto para fortalecer o papel de fiscalização da Casa de Leis, através, principalmente, das comissões. Conforme Botelho, no caso específico da fiscalização, é preciso avançar.  

“Temos que avançar aqui no Parlamento principalmente na questão da fiscalização. Temos que trabalhar mais aqui as propostas de políticas públicas, temos feito isso, mas não estamos trabalhando em cima da fiscalização. Temos sido muito fraco em cima disso e a Assembleia não tem feito o seu papel. Precisamos avançar nisso”, declarou.

“Estou trabalhando um projeto para apresentar e ser votado ainda nesta legislatura para reforçar a necessidade de fiscalização por parte das comissões”, disse. Conforme o presidente da ALMT, “o Poder Legislativo precisa ter independência e autonomia para exercer o seu papel de fiscalização, proposição, análise e votação de leis, além de ampliar espaço para a sociedade debater os temas que afetam diretamente a vida da população”.

Leia Também:  Presidente Botelho participa de reunião que busca ações de segurança para os motoristas por aplicativo

Botelho entende que é preciso trabalhar em cima de propostas e atuar firme na questão da valorização da agricultura familiar, do turismo, do meio ambiente.  “Temos que debruçar em cima da questão do meio ambiente. Na infraestrutura, os projetos tem chegado na Assembleia prontos, tudo pronto, mas nós não participamos, e temos que participar, inclusive das escolhas, quais são as estradas que nós queremos, temos que participar disso ativamente, nós não participamos. Nós temos que trabalhar isso antecipadamente, tem que ir no secretário e mostrar o que achamos mais importante para beneficiar a população”.

O presidente da Assembleia Legislativa citou ainda que a Comissão de Educação tem um papel muito importante pela frente. “A Comissão de Educação, por exemplo, tem que atuar firmemente. Nós temos um dos piores índices do Ideb do País, isso não é cabível, são mudanças que precisamos trabalhar e ver se isso melhora dentro do Estado. Outra coisa são as invasões de terra, isso é incabível em Mato Grosso. Por conta disso, vamos elaborar um projeto para reforçar o papel de fiscalização por parte das comissões”, informou.

Leia Também:  Atuação do Dr. Gimenez garante reestruturação do setor de Nutrição do Hospital Regional de Cáceres

Fonte: ALMT

Propaganda

POLÍTICA

Wilson Santos quer apoio aos municípios e rigor na aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026 da educação infantil

Publicados

em

Após promover audiência pública para debater a aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026, que reconhece os profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, nesta quarta-feira (24), em sessão plenária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3/2026 com o objetivo de assegurar a efetivação dos direitos garantidos pela nova legislação em Mato Grosso.

A matéria proposta estabelece que os municípios deverão promover o devido enquadramento desses profissionais na carreira do magistério. Caso a legislação não seja cumprida, quando estiver em vigor, as contas anuais das prefeituras poderão ser reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). “Uma luta de décadas e temos que reconhecer todos os profissionais, independente da denominação, mas que atuam como professores na educação infantil, que deverão ser enquadrados como professores da rede municipal. O município que não o fizer, o Tribunal de Contas do Estado deverá reprovar as contas do prefeito. Essa será uma das penalidades com o descumprimento da lei quando estiver em vigor”, explicou o parlamentar.

Leia Também:  Deputado viabiliza unidades do Corpo de Bombeiros para Mirassol D’Oeste e Sapezal

Além da PEC, o parlamentar apresentou ao Governo de Mato Grosso a Indicação nº 2.009/2026, propondo a criação do Programa Estadual de Apoio à Adequação dos Planos de Carreira da Educação Infantil. A iniciativa pretende oferecer suporte técnico aos municípios para a implementação da legislação federal, por meio de orientações, modelos normativos, capacitações e acompanhamento institucional, garantindo segurança jurídica e uniformidade na aplicação da norma.

Legislação – A Lei Federal nº 15.326/2026 alterou a Lei nº 11.738/2008, que institui o Piso Nacional do Magistério, e a Lei nº 9.394/1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), assegurando o reconhecimento dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica.

Com a mudança, passam a ser considerados profissionais do magistério aqueles que exercem atividades de docência ou de suporte pedagógico na educação infantil, desde que possuam formação em magistério ou curso superior e tenham ingressado por concurso público.

A legislação também beneficia trabalhadores que, em diversos municípios, ainda ocupam cargos com nomenclaturas como educador infantil, agente de desenvolvimento infantil, monitor, recreador e outras denominações equivalentes. Na prática, esses profissionais passam a ter direito ao enquadramento na carreira do magistério, ao piso salarial nacional, aos planos de carreira e às demais garantias previstas em lei.

Leia Também:  Projeto que cria o programa "ALMT Fiscaliza" é aprovado em segunda votação

Apesar da vigência da norma federal, a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de Mato Grosso (FESSPMEMT) alertou, durante a audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, que diversos municípios mato-grossenses ainda resistem à adequação da legislação. Segundo a entidade, a demora na implementação tem provocado insegurança jurídica, divergências administrativas e prejuízos aos profissionais da educação infantil.

A expectativa de Wilson Santos é de que as medidas legislativas propostas acelerem a adequação dos municípios, assegurando o cumprimento da legislação federal e a valorização dos profissionais que atuam na educação infantil em Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA