CUIABÁ
Search
Close this search box.

POLÍTICA

Diego Guimarães propõe horário alternativo para servidores durante obras do BRT e Complexo Viário

Publicado em

POLÍTICA

O deputado Diego Guimarães (Republicanos) afirmou, durante sessão plenária desta quarta-feira (3), que as obras para viabilizar o Ônibus de Trânsito Rápido (BRT) e o Complexo Viário do Jardim Leblon estão causando muito transtorno em Cuiabá.

O parlamentar destacou que ambas as obras acontecem em regiões cujo tráfego de veículos é intenso, como o caso do plano de obras do BRT, que envolve os bairros CPA e Coxipó, além das avenidas Beira Rio e Fernando Côrrea da Costa. Já as estruturas para construir o Complexo Viário do Jardim Leblon, exigiram interdições de pistas da Avenida Miguel Sutil, gerando ainda mais transtornos no trânsito em vias importantes da capital.

Diego considera que as obras de melhorias causam transtornos inevitáveis. No entanto, para diminuir as demoras no tráfego de veículos, ele sugeriu que o governo estadual autorize os servidores públicos a trabalharem em casa ou com horários alternativos. “Estamos vivendo um momento muito complicado na nossa capital, as obras do BRT e do Complexo Leblon causam muito transtorno. Sabemos que não tem como ‘fazer uma omelete sem quebrar os ovos’, então o transtorno é uma consequência. É hora de o governo pensar uma forma de criar horários alternativos aos servidores de Mato Grosso”, afirmou.

Leia Também:  Botelho doa cavalos para ampliar atendimentos no Centro de Equoterapia na Medida

“Boa parte do fluxo que trava nosso trânsito é de servidores públicos no horário da manhã, meio-dia e final da tarde. Um ajuste nos horários ou a criação da política de home office é algo a se pensar”, acrescentou.

Como exemplo de viabilidade para executar a sugestão, o deputado citou o período de trabalho à distância que ocorreu na pandemia. A ideia é que o modelo funcione, ao menos, durante os maiores transtornos causados pelas obras.

“Faço essa indicação ao Governo de Mato Grosso para criar o home office ou a mudança do horário de funcionamento em alguns órgãos. Hoje a tecnologia nos possibilita isso, foi assim na pandemia. É possível que aconteça, pelo menos, nesse período mais crítico das obras, especialmente na Avenida Miguel Sutil, porque está um absurdo, bem como na Avenida do CPA. Ninguém anda, vai ou volta”, avaliou.

Diego, por fim, considerou que os servidores públicos perdem tempo que poderia ser dedicado às famílias e obrigações pessoais devido à demora no trânsito. “É tempo que os servidores públicos de Mato Grosso perdem em Cuiabá para o relacionamento familiar, para estudarem ou fazerem exercício físico. Está se tornando comum ficarmos uma hora ou uma hora e meia para chegar em casa”, completou.

Leia Também:  Comissão aprova proposta que altera Código Estadual do Meio Ambiente com inclusão de nota técnica

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

Publicados

em

Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

Leia Também:  Comissão aprova proposta que altera Código Estadual do Meio Ambiente com inclusão de nota técnica

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

Leia Também:  Deputado João Batista é homenageado com título de cidadão várzea-grandense

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA