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Deputados aprovam R$ 1 bi de crédito adicional para a MTPAR

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Segundo o governo, o crédito adicional suplementar de R$ 1 bilhão visa atender as despesas de transferência de controle acionário e do Termo de Ajustamento de Conduta no âmbito da concessão da BR-163 em Mato Grosso.

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Em sessão plenária nesta quarta-feira (14), os deputados estaduais de Mato Grosso aprovaram, em primeira votação na Ordem do Dia, o Projeto de Lei 963/2022, mensagem governamental 184/2022, que abre no orçamento fiscal da Unidade Orçamentária 04.501 – MT Participações e Projetos S/A – MTPAR, crédito adicional suplementar no valor de R$ 1 bilhão para reforço de dotação constante na Lei nº 11.666, de 10 de janeiro de 2022 – Lei Orçamentária Anual.

Segundo o governo, o crédito adicional suplementar de R$ 1 bilhão visa atender as despesas de transferência de controle acionário e do Termo de Ajustamento de Conduta no âmbito da concessão da BR-163 em Mato Grosso. O governo explica que “o reforço orçamentário será viabilizado por conta de incorporação de excesso de arrecadação das fontes 100, recursos ordinários do tesouro estadual, fonte 196, recursos de fundos administrados pelo órgão e pelo superávit financeiro apurado no balanço patrimonial do exercício anterior da fonte 396, recursos de fundos administrados pelo órgão no exercício anterior”.

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Um pedido de vista, durante a Ordem do Dia, adiou a votação do Projeto de Lei 956/2022, mensagem governamental 180/2022, que altera e revoga dispositivos da Lei nº 7.263, de 27 de março de 2000, que cria o Fundo de Transporte e Habitação – FETHAB, revoga dispositivo da Lei nº 10.819, de 28 de janeiro de 2019. O pedido de vista foi do deputado Gilberto Cattani (PL).

Em justificativa ao PL 956/2022, o governo cita que o objetivo é excluir a previsão de termo final para a incidência do adicional da contribuição ao Fethab, exigido em relação às operações indicadas com soja, gado em pé e algodão em caroço e em pluma, conforme disciplina do artigo sétimo da Lei 7.263/2000. O governo afirma ainda que conforme estudos da área econômica da Secretaria de Estado de Fazenda, somente em relação ao próximo exercício de 2023, a extinção do adicional da contribuição ao Fethab implicaria perda de receita estimada em R$ 900 milhões.

Outro projeto que teve votação adiada devido pedido de vista do deputado Ulysses Moraes (PTB), foi o PL 955/2022, do Governo do Estado, que institui a Taxa de Controle, Acompanhamento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Aproveitamento de Recursos Minerários – TFRM e o Cadastro Estadual de Controle e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Aproveitamento de Recursos Minerários – CERM. O projeto prevê uma taxa de mineração no Estado e cria um cadastro estadual das empresas e pessoas físicas autorizadas a praticar a mineração. A previsão de arrecadação é de mais de R$ 158 milhões. O PL apresenta a lista com o coeficiente da taxa para cerca de 20 minérios.

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Fonte: ALMT

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Após ausência de procurador-geral, CPI convoca empresários

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O Procurador-Geral do Estado de Mato Grosso, Francisco de Assis da Silva Lopes, não compareceu à reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), quando deveria prestar informações sobre a atuação do Procuradoria do Estado no que diz respeito aos contratos da Secretaria de Estado de Saúde (SES). Ele enviou um ofício para justificar a ausência, alegando audiência com o governador em exercício, José Zuquim Nogueira. A CPI investiga as possíveis irregularidades na pasta da saúde durante a pandemia e deverá ouvir empresários ligados a contratos que prestavam serviços à SES.

Presidida pelo deputado Wilson Santos, do PSD, a CPI deverá escutar, nas próximas semana, os ex-secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo, e o atual gestor da pasta, Juliano Melo. Antes, na próxima semana, está prevista a participação de empresário ligados a contratos que estão sendo investigados.

Confira a reportagem do Adão de Oliveira no áudio abaixo.

Fonte: ALMT – MT

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