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Deputado Thiago Silva reforça cobrança sobre a Energisa

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Thiago na plenária da AL

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado Thiago Silva (MDB) fez um pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa, na sessão plenária de quinta-feira (30), para cobrar novamente uma resposta da Energisa para os diversos problemas apresentados pela concessionária no atendimento dos municípios e distritos de Mato Grosso.
De acordo com o deputado, semanalmente chegam denúncias em seu gabinete falando sobre problemas de falta de luz, extensão da rede, oscilações de energia e demora na prestação do atendimento para os consumidores que pagam caro em suas contas todo mês.
O deputado cobrou compromisso e responsabilidade da Energisa com a população de Mato Grosso. “É inadmissível o cidadão pagar caro para ter energia em sua residência e a concessionária prestar um atendimento falho e ineficaz em várias regiões de Mato Grosso. Recebo praticamente todo dia no Whatsaap reclamação, seja da região sudeste, noroeste, Araguaia, nortão e até da Baixada Cuiabana. Vamos cobrar um relatório que responsabilize a Energisa e cobre soluções definitivas para atender moradores das cidades e também dos mais de 500 assentamentos no Estado”, disse Thiago Silva.
Segundo Suelen Cristina, empresária do bairro da Manga, em Várzea Grande, sempre que chove ocorrem oscilações de energia e, muitas vezes, sua empresa acaba perdendo e queimando equipamentos como computadores e televisores, devido a problemas com a rede de energia.
Thiago Silva, que é vice-presidente da CPI da Energisa, defendeu durante a sessão legislativa que o relator da Comissão e o presidente apresentem o quanto antes o resultado final das apurações. Thiago Silva já garante que irá votar pela responsabilização da Energisa, que não tem cumprido seu papel em vários municípios e distritos rurais.

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Fonte: ALMT

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Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia

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O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.

A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.

A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.

“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.

Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.

“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.

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Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.

Fonte: ALMT – MT

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