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Deputado Thiago apresenta requerimento e fortalece ações em prol da saúde mental da comunidade escolar

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POLÍTICA

O deputado estadual Thiago Silva (MDB) apresentou o requerimento 447/2024, em 2024, na Assembleia Legislativa solicitando informações da Secretaria Estadual de Educação sobre a implementação da Lei 11.867/22, de sua autoria, que institui a “Semana da Saúde Mental nas Escolas”. A iniciativa visa fortalecer a conscientização e o cuidado com a saúde mental de estudantes e profissionais da educação.

De acordo com a legislação, na última semana de fevereiro, todas as unidades escolares, tanto públicas quanto privadas, devem promover atividades educativas sobre o tema, incluindo palestras, oficinas, dinâmicas e visitas especializadas.

“A saúde mental é uma questão fundamental, especialmente no ambiente escolar, onde estudantes e servidores enfrentam desafios diários. Nosso trabalho na Assembleia Legislativa é garantir que essa pauta tenha prioridade e que sejam implementadas ações concretas para apoiar a comunidade escolar. A parceria entre a Assembleia, a Secretaria de Educação e a sociedade é essencial para disseminar informação e promover o bem-estar emocional”, destacou o deputado Thiago Silva.

Em resposta ao requerimento, a Secretaria Estadual de Educação informou que a programação para a “Semana da Saúde Mental nas Escolas” incluirá a distribuição de materiais informativos sobre prevenção da autolesão, diretrizes para a construção de redes de proteção social e práticas restaurativas no ambiente escolar. Além disso, serão realizadas palestras, dinâmicas interativas e atividades voltadas para incentivar a comunicação aberta e assertiva entre estudantes e educadores. A iniciativa também prevê a capacitação de grêmios estudantis para a promoção de boas práticas de saúde mental, além da veiculação de campanhas visuais nas escolas.

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O deputado Thiago Silva tem se dedicado anualmente à promoção de ações educativas em parceria com as unidades escolares, com o objetivo de fortalecer a conscientização e oferecer suporte aos alunos e professores sobre a importância do cuidado com a saúde mental. A expectativa é que, com a implementação efetiva da referida lei, a temática seja cada vez mais integrada ao cotidiano escolar, garantindo um ambiente mais acolhedor aos estudantes.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

CST avança na construção de política estadual para valorização do Pantanal

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A Câmara Setorial Temática (CST) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso que debate o Bioma Pantanal realizou, nesta quinta-feira (2), a sétima reunião ordinária para discutir os avanços trazidos pelo Decreto Federal nº 13.018/2026, que regulamenta a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA).

O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Dr. João (MDB), autor do requerimento da CST Bioma Pantanal, defendeu a ampliação do diálogo com todos os segmentos envolvidos na discussão sobre o futuro do Pantanal, especialmente com as comunidades que vivem no bioma.

Segundo o parlamentar, a Câmara Setorial Temática continuará promovendo debates e pretende realizar reuniões no Pantanal, com sindicatos e representantes locais, para fortalecer a construção da proposta e ampliar o apoio ao projeto de lei que tramitará na Assembleia Legislativa.

Dr. João ressaltou que o principal objetivo é garantir o protagonismo do homem pantaneiro na preservação do bioma. Conforme o deputado, são os moradores da região que conhecem a realidade do Pantanal e desempenham papel fundamental na sua conservação. Por isso, a proposta busca reconhecer e valorizar quem vive, trabalha e cuida do Pantanal, contribuindo para melhorar a qualidade de vida da população local.

O presidente da CST do Bioma Pantanal, Ricardo Arruda, afirmou que a regulamentação da PSA, por meio de decreto federal, representa um avanço importante para Mato Grosso e fortalece as discussões sobre a criação de uma política estadual voltada à remuneração dos produtores que preservam o Pantanal.

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Segundo ele, a medida traz mais segurança jurídica e oferece subsídios para o aperfeiçoamento da legislação em debate na Assembleia Legislativa. Arruda destacou que as próximas etapas dos trabalhos da CST serão voltadas à definição das fontes de recursos para financiar o pagamento pelos serviços ambientais e à criação de mecanismos que garantam que esses valores cheguem aos produtores rurais que conservam o bioma.

“O Pantanal conta com um importante respaldo científico, por meio do programa Fazenda Pantaneira Sustentável, da Embrapa Pantanal, que permite mensurar e certificar os ativos ambientais existentes nas propriedades, reforçando a necessidade de remuneração daqueles que contribuem para a preservação do bioma”, disse Arruda.

O relator da Câmara Setorial Temática, Marcos Carvalho, disse que a regulamentação da PSA representa um marco para os produtores rurais que preservam o Pantanal. De acordo com Carvalho, a expectativa é de que o novo modelo reconheça e remunere aqueles que adotam práticas sustentáveis, complementando as políticas de fiscalização e punição já existentes para quem desrespeita a legislação ambiental.

Marcos Carvalho destacou que a criação de um fundo específico será fundamental para captar recursos, especialmente de organismos internacionais interessados na conservação ambiental, e garantir que esses valores cheguem aos produtores que efetivamente protegem o bioma.

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Ele ressaltou que cerca de 97% do Pantanal são de propriedades privadas e que são os proprietários rurais os verdadeiros guardiões da região, atuando, inclusive, na prevenção e no primeiro combate aos incêndios florestais, muitas vezes com recursos próprios. O relator também defendeu que Mato Grosso avance rapidamente na regulamentação estadual da política de pagamento por serviços ambientais.

De acordo com ele, o Projeto de Lei nº 442/2025, de autoria do primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Dr. João, deverá incorporar as contribuições apresentadas durante os trabalhos da Câmara Setorial Temática para estabelecer critérios técnicos e científicos de distribuição dos recursos, garantindo que os incentivos cheguem aos produtores que conciliam a atividade econômica sustentável com a conservação do Pantanal.

O Decreto Federal nº 13.018/2026

Regulamenta a Lei nº 14.119, de 13 de janeiro de 2021, que institui a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais e o Programa Federal de Pagamento por Serviços Ambientais, e dispõe sobre o Comitê Estratégico do Programa Federal de Pagamento por Serviços Ambientais e a Rede Nacional de Conhecimento sobre Pagamento por Serviços Ambientais.

Fonte: ALMT – MT

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