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Cursos de pós-graduação da ELMT continuam com inscrições abertas

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As inscrições para os cursos de pós-graduação da Escola do Legislativo de Mato Grosso (ELMT) continuam abertas. Os interessados podem acessar o site da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e fazer a inscrição. Estão disponíveis os cursos nas áreas de direito, administração, assessoria parlamentar e neurociência.

“As aulas da pós-graduação em Direito Público, com carga horária de 360 horas, iniciaram nos dias 28 e 29/06, mas continuam com as inscrições abertas. O curso de pós-graduação em Assessoria Parlamentar, com carga horária de 400 horas, inicia neste próximo final de semana, 12 e 13/07. E o MBA em Gestão de Pessoas (Lato Sensu), com duração de 400 horas, deve iniciar em agosto. As aulas serão presenciais e uma aula na modalidade de Ensino a Distância (EaD) ”, explicou o coordenador da Escola do Legislativo, Túlio Kenzo.

Já o curso de Neurociência, Comportamento e Desempenho tem carga horária de 360 horas. As aulas serão presenciais, com um encontro mensal, sendo sábado o dia inteiro e meio período no domingo.

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Os documentos exigidos são comprovantes de conclusão de curso superior, de endereço e documento de identificação pessoal

As pós-graduações estão disponíveis para o público interno e externo. “Nossos cursos são ministrados pelos professores da FAIPE – Instituição de Ensino Superior e da Faculdade do Instituto Panamericano (Facipan), e com descontos de até 60% nas mensalidades. A inscrições estão abertas para os servidores da Casa de Leis e ao público externo”, afirmou Túlio Kenzo, coordenador da ELMT.

Para mais informações, pode enviar mensagem para o WhatsApp da Escola do Legislativo (65) 98134-2231, ou acesse aqui e abra a aba Pós-Graduação e se inscreva.


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: [email protected]


Fonte: ALMT – MT

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Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia

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O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.

A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.

A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.

“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.

Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.

“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.

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Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.

Fonte: ALMT – MT

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