POLÍTICA
Começa nesta terça as aulas do cursinho Pré-Enem Professora Vilma Moreira, em Cuiabá
POLÍTICA
Thiago na plenária da AL
Foto: JLSIQUEIRA / ALMT
Começam hoje, terça-feira (26), às 19h, as aulas do curso pré-vestibular Professora Vilma Moreira, em Cuiabá. O cursinho foi idealizado pelo deputado Thiago Silva (MDB), que destinou emenda para a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e Fundação de Apoio ao Ensino Superior) coordenarem o projeto que atenderá centenas de pessoas gratuitamente.
A aula inaugural do cursinho Professora Vilma será na Escola Estadual Victorino Monteiro da Silva, no bairro CPA 4, em Cuiabá. O nome do cursinho homenageia a professora e ex-deputada Vilma Moreira, que foi uma grande professora e líder comunitária com amplo reconhecimento no estado.
“Esse era um sonho meu, poder criar um cursinho para atender pessoas de baixa renda que querem estudar em uma universidade pública. Destinamos a emenda para a Unemat coordenar o projeto, que terá os mais qualificados professores para atender os estudantes. Será uma oportunidade ímpar de aprendizagem”, disse o deputado.
As aulas gratuitas ocorrerão apenas no período noturno, de abril até o mês de julho e tem objetivo de garantir que os alunos garantam um bom desempenho no Enem de 2022.
“Parabenizo o deputado Thiago e a Assembleia [Legislativa de Mato Grosso] por acreditarem neste projeto, que vai nos ajudar a conseguir uma vaga, quem sabe na UFMT ou Unemat”, disse a aluna Eliane Braga.
POLÍTICA
Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia
O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.
A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.
A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.
“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.
Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.
“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.
Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.
Fonte: ALMT – MT
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