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Botelho pede agilidade na perfuração de poços artesianos nas comunidades

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Em reunião com o presidente da Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat), Juliano Jorge Boraczynski, o deputado Eduardo Botelho (União), primeiro-secretário da Assembleia Legislativa (ALMT), recebeu a garantia de que ações serão intensificadas para agilizar a perfuração de poços tubulares para captação de água em Mato Grosso.

Ontem (22), na sede da Companhia, o presidente Juliano Jorge explicou a Botelho que um dos entraves é a alteração no sistema para o pedido de autorização para a construção dos poços, que antes era feito manual, mas o novo programa digital passou a exigir o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Contudo, observou o presidente, a grande maioria não tem esse documento.  

“Vamos fazer o entendimento com a Sema [Secretaria de Estado de Meio ambiente] para que o CAR fique sob a responsabilidade do município e autora do poço. A meta é a de construir 200 poços, por isso, a parceria com a Assembleia é fundamental!”, disse Juliano Jorge.

Conhecedor das dificuldades de cada região, Botelho já viabilizou poços para os moradores das comunidades João e Maria de Barra do Bugres, Nova Esperança de Jangada e mais dois em Mata Cavalo, de Nossa Senhora do Livramento, também indicou outras localidades para receberem o empreendimento: Água Doce, Buriti Fundo; Pindaival e Monjolo – Rosário Oeste, Gleba Bonanza – Nobres, Cabeceira do João Cuiabá, Mata Cavalo de Cima e de Baixo – Nossa Senhora do Livramento; Gleba Resistência – Santo Antônio de Leverger, São Bom Jesus e Buritizal – Barão de Melgaço e Pacu – Planalto da Serra, dentre outras.  

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“Estamos lutando por essa questão de água desde o governo passado. E este governo entendeu essa necessidade e acatou a nossa sugestão criando esse programa de Água para Todos, que vai levar água para as comunidades pequenas, assentamos, comunidades rurais. Essa construção de poços vai aliviar, e muito, o sofrimento da população. Já foram executados mais de 170 poços artesianos nesse programa. Temos a previsão de fazer mais de mil poços para ajudar as inúmeras comunidades mato-grossenses”.

Ação – O trabalho em parceria vem ajudando a levar água para diversas comunidades. Recentemente, a Metamat adquiriu a primeira perfuratriz, equipamento que realiza a perfuração no solo, e já recebeu mais emenda federal para a segunda máquina.  

“Hoje estamos perfurando em aldeias indígenas, quilombolas e grandes assentamentos onde mais de 1,5 mil famílias não têm água para fazer comida, tomar banho ou beber. Isso é falta de dignidade com o ser humano. Então, estamos em parceria com os deputados, o governador tem nos ajudado muito pelo fortalecimento da Metamat, e até o final do ano fazer uma grande quantidade de poços para mais de 50 mil famílias”, informou Juliano Jorge.

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Fonte: ALMT

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Eliane Xunakalo defende redirecionar emendas para apoio a mulheres vítimas de violência

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(Matéria de Jairo Pitolé)

A deputada em exercício, Eliane Xunakalo (PT), apresentou na manhã desta quarta-feira (29), um substitutivo integral ao Projeto de Lei 1.470/2024, em tramitação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A nova redação prevê a destinação de emendas parlamentares para criação de casas de acolhimento e de um programa de capacitação profissionais para as mulheres vítimas de violência. Ao contrário da redação anterior, que previa destino de emendas a clubes de tiros, localizados em Mato Grosso, para aquisição de munições e alvos e alvos destinados a mulheres detentoras de porte ou posse de arma de fogo.

Segundo a deputada, Mato Grosso tem registrado a maior taxa proporcional de feminicídios no país. Ou seja, Mato Grosso é líder nesta modalidade. “Arma de fogo em casa é um perigo. Por isso, o seu uso jamais pode ser visto como opção para reverter essa situação. Ao contrário, o que precisamos é de políticas públicas, que previnam, acolham e mantenham vivas as mulheres. Mulheres vivas significam famílias vivas”, justificou.

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Em 2024, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública registrou 42 casos de feminicídios em Mato Grosso, o que representa uma taxa de 2,5 casos a cada 100 mil habitantes – a maior do Brasil. Já no ano passado (2025), de acordo com os dados do Observatório Caliandra, divulgado pelo MPMT (Ministério Público de Mato Grosso), foram 52 casos. Entre as vítimas, sete possuíam medidas protetivas de urgência, ao contrário das outras 45, que, quando foram assassinadas, não possuíam nenhum tipo de proteção judicial.

Neste ano, com base nos dados registrados até 12 de abril, Mato Grosso registrou 13 casos. As principais causas destes crimes são término de relacionamento, ciúmes associados ao sentimento de posse e a total falta de respeito à condição feminina.

Fonte: ALMT – MT

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