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Botelho homenageia as Irmãs Salesianas por 130 anos de missão em MT

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Elas chegaram a Mato Grosso em 1895. Desde então, transformam vidas com fé, dedicação e amor ao próximo. Por essa trajetória de serviço e missão, as Irmãs Salesianas serão homenageadas pelos 130 anos de atuação no Estado. A Sessão Especial foi proposta pelo deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil), e será realizada hoje (24), às 19h, no Plenário Renê Barbour, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

A congregação das Filhas de Maria Auxiliadora, como são conhecidas, tem atuação na formação educacional, na assistência à saúde e na área social. Uma caminhada centenária de muito trabalho. O início da evangelização nas comunidades indígenas do Estado e na educação fundamental foi em 9 de abril de 1895, assim que assumiram a direção da Obra Social de Santa Rita. Outro marco dessa trajetória são os serviços ofertados por mais de 70 anos na Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá, hospital criado ainda no período colonial.

Reconhecer a contribuição das Irmãs Salesianas no desenvolvimento integral de crianças, adolescentes, jovens e adultos num período de 130 anos em Mato Grosso, segundo Botelho, é função do Legislativo. “Essa homenagem coroa o legado dessas mulheres consagradas, que dedicaram suas vidas ao serviço ao próximo. Elas marcaram gerações e continuam sendo um exemplo de solidariedade e compromisso social”, afirmou o deputado.

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Os fundadores da congregação, Dom Bosco e Madre Mazzarello foram lembrados pela irmã Rosângela Maria Clemente. “Para nós essa Moção de Aplausos representa a valorização do nosso trabalho e da continuidade do carisma salesiano semeado com empenho, dedicação e entusiasmo em terras mato-grossenses. Enfim, é uma celebração de história, fé, ação e esperança para o futuro”, afirmou a Filha de Maria Auxiliadora.

A homenagem desta noite na ALMT, segundo Botelho, coroa o legado das irmãs, que dedicaram suas vidas ao serviço ao próximo

A homenagem desta noite na ALMT, segundo Botelho, coroa o legado das irmãs, que dedicaram suas vidas ao serviço ao próximo

Foto: VANDERSON FERRAZ SANTOS

Noite de autógrafos – Durante a Sessão Especial, o padre Tiago Figueiró terá um espaço especial para autógrafos do livro “Paróquia São Gonçalo: Berço da Ação Missionária em Cuiabá, Mato Grosso”, que narra a trajetória das Irmãs Salesianas desde o final do século XIX, com relatos e registros históricos que mostram o impacto transformador da missão salesiana na sociedade mato-grossense. A obra conta com apoio da ALMT por meio do Instituto Memória do Poder Legislativo Deputado Lenine de Campos Póvoas.

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Irmãs homenageadas:

Inspetora Madre Mazzarello
Inspetora: Ir. Teresinha Ambrosim

COXIPÓ DA PONTE
Ir. Marilú Vieira Lima.
Ir. Maria José Oliveira.
Ir. Darcy Dantas de Almeida

ALTO ARAGUAIA
Ir. Lucimar Martins Ribeiro

GUIRATINGA
Ir. Cláudia M. Pianes Campos

POXORÉU
Ir. Francisca Gomes Santana
Ir. Maria Estela Marques

CUIABÁ
Ir. Rosângela Maria Clemente

Ir. Maria Ignez Bicudo

BARRA DO GARÇAS
Ir. Mariluce G. Dorilêo

MISSÃO INDÍGENA / XAVANTE
Ir. Celuta da Cunha Teles

RONDONÓPOLIS
Ir. Nelcina Alves de Souza
Ir. Vânia Auxiliadora S. Ojeda

CHAPADA DOS GUIMARÃES
Ir. Cleuza Gomes Pereira.
Ir. Veralice M. de Almeida

OUTRAS LOCALIDADES:

Ir. Ada Gambarotto
Ir. Ivone Goulart Lopes

Ir. Maria de Nazaré Gonçalves Lima

VOLUNTÁRIA LEIGA

Bernadeth Campos de Paula

SERVIÇO:

O QUÊ? Sessão Especial aos 130 anos das Irmãs Salesianas em MT
QUANDO? Segunda-feira (24/03)
HORÁRIO: 19H
ONDE? ALMT – Plenário Renê Barbour

Fonte: ALMT – MT

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Mãe, o primeiro amor da nossa vida

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Existe um amor que não depende de promessas, reconhecimento ou retribuição. Um amor que nasce antes mesmo do primeiro olhar e acompanha cada passo ao longo da vida, mesmo quando os caminhos se separam e a distância se impõe. O amor de mãe é assim: silencioso muitas vezes, invisível em tantos momentos, mas presente em absolutamente todos eles.

A maternidade talvez seja uma das experiências mais profundas da condição humana porque transforma completamente a forma de existir no mundo. A mulher que se torna mãe aprende, desde cedo, a viver para além de si mesma. Seus medos já não são apenas os próprios. Seus sonhos passam a carregar também os sonhos dos filhos. E sua força, quase sempre, aparece justamente quando acredita não ter mais nenhuma.

Ao longo da vida, aprendi que a dádiva de ser mãe não é apenas gerar uma vida. É sustentar emocionalmente alguém enquanto ele aprende a caminhar pelo mundo. É ensinar sem perceber que ensina. É proteger sem aprisionar. É acolher mesmo quando o próprio coração está cansado ou ferido. A maternidade verdadeira se constrói nas pequenas renúncias diárias que raramente recebem aplausos, mas que sustentam silenciosamente toda uma família.

Há mães que acordam antes do amanhecer para garantir o sustento da casa. Há aquelas que enfrentam jornadas duplas e triplas, equilibrando trabalho, filhos, contas e preocupações, e ainda assim encontram forças para sorrir e transmitir segurança. Existem mães que criam sozinhas, mães que enfrentaram perdas profundas, mães que carregam dores que ninguém imagina, mas continuam firmes porque sabem que alguém depende delas. E talvez essa seja a forma mais pura do amor: permanecer forte quando tudo ao redor parece desmoronar.

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Também existem as mães que não geraram biologicamente, mas escolheram amar. Porque maternidade não se resume ao sangue. Ela nasce do cuidado, da presença, da entrega e da capacidade de fazer alguém se sentir amado e protegido, independentemente de qualquer circunstância.

Muito do que sou foi moldado nos gestos simples que recebi ainda na infância. O modo como aprendi a amar, a confiar, a enfrentar desafios e até a enxergar a vida carrega profundamente a influência daquela presença que primeiro me acolheu no mundo. Nenhuma conquista profissional, nenhum reconhecimento público ou realização pessoal se compara à herança deixada por uma mãe. Porque é dela que recebemos os primeiros valores, os primeiros ensinamentos e, muitas vezes, a coragem necessária para seguir em frente.

Com o tempo, a vida nos ensina que mãe não é eterna. E talvez seja justamente essa consciência que torna cada abraço mais precioso, cada conversa mais cheia de significado e cada instante compartilhado mais valioso. Em meio à correria dos dias, tantas vezes esquecemos de agradecer pelas pequenas coisas: pela preocupação constante, pelas mensagens perguntando se chegamos bem, pela comida preparada com carinho, pelos conselhos repetidos inúmeras vezes e até pelas broncas dadas por amor.

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Neste Dia das Mães, mais do que flores ou homenagens, talvez o maior presente seja a presença. Ouvir mais, abraçar mais, reconhecer mais. Porque mães raramente pedem algo em troca. Elas apenas amam. E continuam amando mesmo quando o mundo parece difícil demais.

O amor de mãe não desaparece com o tempo. Ele amadurece, se transforma e permanece. É abrigo nos dias difíceis, memória nos dias de saudade e força nos momentos em que pensamos não conseguir continuar. Entre tantas formas de amor que a vida nos oferece, aprendi que nenhuma é tão gratuita, tão incondicional e tão duradoura quanto a de uma mãe. Ela não exige perfeição. Não cobra grandezas. Basta que existamos.

E talvez seja justamente esse amor, silencioso e inabalável, que nos torna capazes de ser quem somos.

Feliz Dia das Mães a todas as mulheres que escolheram amar.

Max Russi é deputado estadual e atual presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Fonte: ALMT – MT

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