POLÍTICA
Assembleia Legislativa avança em melhorias para o Portal Transparência
POLÍTICA
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) será submetida a uma análise da Associação dos Tribunais de Contas (Atricon) para avaliar os instrumentos de transparência desenvolvidos pela Casa de Leis. Até o final do mês de julho, a Atricon vai aferir se a ALMT preenche todos os requisitos de acesso à informação e, a partir disso, estabelecer melhorias nos serviços ofertados aos cidadãos.
“Nos últimos anos, a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso tem oferecido à sociedade um serviço público eficiente, de qualidade e transparente e, por esse esforço, a Casa tem colhido bons resultados. O uso de novas tecnologias tem sido um grande aliado”, destacou o secretário de Controle Interno da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Newton Evangelista.
Uma pesquisa realizada pela organização não governamental Transparência Internacional – Brasil aponta que o Poder Legislativo de Mato Grosso está classificado como o sexto Parlamento mais transparente do país. Para chegar a essa colocação, a Secretaria de Controle Interno trabalhou em conjunto com a Secretaria Geral da ALMT na busca pela excelência.
“Alcançamos uma avaliação bastante positiva. Estamos sempre buscando melhorias, pois temos o norte da Mesa Diretora de que nosso portal seja um dos melhores do país”, lembrou o secretário.
Para elaboração do Índice de Transparência e Governança Pública (ITGP) foram avaliadas as ações das 26 Assembleias Legislativas dos estados e da Câmara Legislativa do Distrito Federal em relação à transparência na governança pública, levando-se em consideração nove dimensões no serviço público, como transformação e acesso à informação.
De acordo com o secretário-geral da Assembleia, Olindeval Soares, o apoio da Mesa Diretora na divulgação das ações foi fundamental para preencher esse quesito.
“Quando assumi a pasta, o presidente da Assembleia [deputado Eduardo Botelho] me pediu para manter sempre a transparência de tudo que fosse feito. Sempre procuramos melhorar, trocamos o portal transparência para sempre estarmos num teto máximo de atendimento e excelência”, esclareceu ele.
“Foi feito um trabalho em conjunto com a Secretaria de Controle Interno, por um período de cinco meses, com vistas a alcançarmos os índices. Em seguida, nos debruçamos para implantarmos também a Lei Geral de Proteção de Dados no portal transparência”, destacou Soares.
No ranking geral, a ALMT alcançou 58,20 pontos, em uma escala de 0 a 100; 75,00 foi a maior nota alcançada pelas instituições participantes.
Segundo a técnica legislativa da Secretaria de Controle Interno da Casa, Marisa Rondon, especificamente sobre o portal transparência, os resultados foram registrados a partir de um acompanhamento realizado desde 2022, junto a todos os portais transparência do Brasil.
“Primeiramente, quando a Assembleia de Mato Grosso foi acionada, informaram que a nossa pontuação era 39,18. A partir daí, foi levantado pelo Controle Interno quais seriam os pontos que precisavam ser atendidos”, afirmou ela.
A tarefa do Controle Interno, segundo Marisa, foi “pegar a planilha onde constavam os pontos falhos e trabalhar com todas as informações para que fossem corrigidos”, frisou.
“Elas [informações] têm algumas características, como formatos, série histórica do antes e depois. Então, o trabalho do Controle Interno foi feito analisando a planilha verificando todos os itens, 136, no total”, ressaltou ela.
“Nosso trabalho foi verificar item por item buscando no nosso site onde estava essa informação e, por meio do endereço eletrônico, colocar à disposição para que a Transparência Internacional – Brasil pudesse visitar e acompanhar se procedia”, apontou.
O Índice de Transparência e Governança Pública (ITGP) é uma iniciativa da Transparência Internacional – Brasil que busca avaliar e fomentar as agendas de integridade, transparência, dados abertos, acesso à informação, participação, transformação digital e combate à corrupção nos mais diversos níveis federativos e poderes da República.
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA
Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia
O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.
A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.
A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.
“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.
Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.
“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.
Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.
Fonte: ALMT – MT
-
MATO GROSSO5 dias atrásPolícia Militar aumenta prisões por mandados e por tráfico de drogas em Mato Grosso em 2026
-
CUIABÁ6 dias atrásFeira de adoção contará com 20 animais em busca de um lar no Parque Tia Nair
-
CUIABÁ6 dias atrásPrefeito participa da abertura do Rodeio Indoor e reforça programação especial de aniversário de Cuiabá
-
ESPORTES7 dias atrásAutomobilismo: piloto mato-grossense ganha reforço de peso e mira protagonismo na NASCAR Brasil 2026
-
CUIABÁ6 dias atrásPrefeitura de Cuiabá amplia equipes e tapa 2.400 buracos em 10 dias
-
CUIABÁ6 dias atrásCuiabá celebra 307 anos com público recorde e valorização cultural
-
CUIABÁ6 dias atrásPrefeitura de Cuiabá convoca 54 candidatos para diversos cargos na educação Municipal
-
POLÍCIA6 dias atrásForça Tática prende homem por tráfico ilícito de drogas em Campinápolis






