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ALMT recebe Selo Diamante de Transparência Pública pelo terceiro ano consecutivo

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) receberá, nesta quarta-feira (10), às 8h, pelo terceiro ano consecutivo, o Selo Diamante de Transparência Pública 2025, certificação máxima do Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP), conquistada mesmo após o aumento do rigor na avaliação.

A solenidade será realizada no auditório da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), em Cuiabá, e contará com a presença do presidente da ALMT, deputado Max Russi (PSB), e demais deputados que integram a Mesa Diretora do Parlamento estadual, além de gestores, controladores internos e representantes das 125 instituições certificadas em todo o país.

Este é terceiro ano consecutivo em que a Casa de Leis recebe a mais alta certificação de transparência concedida pelo programa, conferida com base em critérios que avaliam a qualidade, a clareza e a acessibilidade das informações disponibilizadas no portal da instituição.

A conquista do Selo Diamante reflete um conjunto de ações que elevaram o índice de transparência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, entre elas a manutenção atualizada das informações já disponibilizadas no portal, o aprimoramento da acessibilidade ao cidadão e a adoção de maior rigor na análise dos dados antes da publicação. A instituição também promoveu melhorias em todas as secretarias, tornando os conteúdos mais didáticos e fáceis de compreender.

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Fonte: ALMT – MT

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Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia

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O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.

A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.

A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.

“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.

Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.

“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.

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Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.

Fonte: ALMT – MT

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