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POLITÍCA NACIONAL

Comissão sobre PEC da Segurança debate combate ao crime organizado em fronteiras

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POLITÍCA NACIONAL

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a PEC da Segurança Pública (PEC 18/25) debate, nesta quarta-feira (24), a segurança nas fronteiras e o combate ao crime organizado.

A audiência pública foi solicitada pelo deputado Mendonça Filho (União-PE) e será realizada às 14h30, no plenário 8.

O parlamentar destaca que o Brasil tem mais de 16 mil km de fronteira com dez países. Essa área envolve 11 estados e 588 municípios. Ele avalia que a faixa de fronteira é mais vulnerável ao crime organizado. Os principais problemas são contrabando, tráfico de drogas, armas e pessoas, além de crimes ambientais.

Segundo Mendonça Filho, na Tríplice Fronteira (Brasil, Argentina e Paraguai), há forte contrabando de cigarros e soja, além de tráfico de maconha e armas. Muitas vezes, caminhões ligados a organizações criminosas transportam esses produtos.  Na Tríplice Fronteira Amazônica (Brasil, Colômbia e Peru), o tráfico de cocaína cresce com a ligação entre facções brasileiras e cartéis estrangeiros.

Também há registros de crimes transnacionais na fronteira com a Bolívia, por sua facilidade de acesso, e com as Guianas, usadas como rotas para migração ilegal e tráfico de pessoas

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“Nos últimos anos, todo esse acervo criminoso ficou ainda mais complexo, devido à interlocução de múltiplas redes e à diversificação de mercados ilícitos e lícitos em que as organizações ou as associações atuam”, disse.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova regras gerais para o diagnóstico precoce de câncer de pulmão no SUS

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que estabelece diretrizes nacionais para o rastreamento e diagnóstico precoce do câncer de pulmão no Sistema Único de Saúde (SUS).

A proposta tem como objetivo reduzir as taxas de mortalidade e aumentar a sobrevida dos pacientes por meio da detecção antecipada da doença, que é a principal causa de morte por câncer no Brasil.

Para a autora do projeto, deputada Flávia Morais, a medida é urgente devido ao impacto econômico e social do diagnóstico tardio, que eleva custos assistenciais e causa perdas significativas de produtividade.

Texto aprovado
Foi aprovada a versão do relator, deputado Geraldo Resende (PSDB-MS), que ajustou a proposta original – Projeto de Lei 2550/24, da deputada Flávia Morais (PDT-GO) – para adaptar o texto à legislação já existente.

O substitutivo estabelece como diretrizes o desenvolvimento de ações educativas, a capacitação permanente de profissionais de saúde, o uso de estratégias de saúde digital e o estímulo à busca ativa de grupos de alto risco na atenção primária.

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A principal mudança em relação à proposta original é a flexibilização dos critérios técnicos no texto da lei. Enquanto o projeto recomendava especificamente a realização anual de tomografia computadorizada de baixa dose para indivíduos de alto risco entre 50 e 80 anos, o substitutivo aprovado removeu esse detalhamento operacional.

A intenção, segundo o relator, é evitar o “engessamento” da prática médica e permitir que as ações a serem adotadas simplesmente sigam protocolos clínicos e processos de incorporação de tecnologias em saúde do Ministério da Saúde.

O texto também prevê a integração das ações de identificação precoce com programas de cessação do tabagismo, em consonância com a Política Nacional de Controle do Tabaco.

Próximas etapas
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para se tornar lei, o texto precisa da aprovação da Câmara e do Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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