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POLITÍCA NACIONAL

Comissão promove debate sobre plano das carreiras da Cultura

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POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados debate, nesta quarta-feira (7), o plano das carreiras da Cultura. A audiência pública será realizada, a pedido das deputadas Sâmia Bomfim (PSol-SP) e Erika Kokay (PT-DF), a partir das 15h30, no plenário 10.

Erika Kokay explica que, com a reestruturação do Ministério da Cultura (MinC) e a retomada das políticas culturais, aumentou a demanda de trabalho para um quadro de servidores já enfraquecido por aposentadorias e pela evasão de mão de obra qualificada.

“A reestruturação do plano de carreira contribuirá para o aprimoramento dos serviços prestados pelo ministério e por suas entidades vinculadas, fortalecendo as políticas públicas voltadas ao setor”, afirma.

Sâmia Bomfim acrescenta que debater o plano das carreiras da Cultura é uma demanda do Fórum da Cultura, composto por entidades representativas dos servidores.

“Dentre as questões e demandas mais relevantes, destacam-se: as distorções nas carreiras da administração pública federal, que impedem a valorização e o fortalecimento do setor cultural; a necessidade de reconhecimento do plano de carreira pelo Ministério da Gestão, com a validação inicial da proposta entregue pela ministra da Cultura e entidades vinculadas; e a inexistência de consulta ao Sistema MinC na reforma administrativa.

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Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Lei define que Salvador será capital simbólica do país em 2 de julho a cada ano  

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Salvador será a sede simbólica do governo federal no dia 2 de julho de cada ano. O objetivo é destacar as celebrações da Independência da Bahia, considerada o marco da consolidação da Independência do Brasil.

A medida está prevista na Lei 15.454/26, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (2).

A nova lei tem origem no PL 5672/25, do deputado licenciado Leo Prates (Republicanos-BA). A proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados em março.

Leo Prates afirma que “a transferência simbólica da capital federal para Salvador em 2 de julho visa não apenas homenagear esses feitos, mas também resgatar a memória histórica do país, garantindo que o protagonismo baiano seja
devidamente reconhecido em nível nacional”.

No Senado, o projeto foi aprovado no mês passado, após receber parecer favorável do senador Jaques Wagner (PT-BA). Na ocasião, ele relembrou os acontecimentos que resultaram na Independência da Bahia.

“De 7 de setembro de 1822 a 2 de julho de 1823, os portugueses pelejaram para nos manter como Brasil Colônia. A luta foi sangrenta, com muitas mortes e, finalmente, a tropa da Marinha portuguesa se retirou [em 2 de julho de 1823], acuada pela resistência baiana, aderente ao processo de independência”, afirmou o senador.

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Três Poderes
De acordo com a lei recém-sancionada, a mudança simbólica de sede e as celebrações da Independência da Bahia devem incluir atividades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário federais.

Caberá ao Poder Executivo federal definir a logística, a segurança e a estrutura para os eventos, em coordenação com os outros Poderes e com as autoridades locais.

A norma estabelece ainda que a transferência deve se limitar a atos oficiais e simbólicos que se fizerem necessários em Salvador – e não deve gerar prejuízos a atividades essenciais em Brasília.

Da Redação – RS
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

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