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Comissão debate prática de separar presos por facções criminosas

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados realizará, na próxima terça-feira (28), audiência para discutir a separação de presos por facções criminosas e o controle exercido por essas organizações nos presídios.

O debate será realizado às 10 horas, no plenário 6, a pedido do deputado Capitão Alden (PL-BA).

A separação de detentos por facção busca evitar conflitos e garantir a integridade dos presos. Apesar disso, Capitão Alden pondera que a prática pode fortalecer as facções, ampliando o poder delas de recrutar e controlar presos.

“É imprescindível, portanto, um debate aprofundado sobre a eficácia dessa política e seus impactos a curto e a longo prazo”, argumenta. Ele quer avaliar alternativas que “promovam a segurança, reduzam a influência das facções e estejam alinhadas aos objetivos da execução penal, como a ressocialização dos presos”.

Presos no Brasil
De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, em 2024 havia 852.010 pessoas presas no Brasil (incluindo presos provisórios). A grande maioria era homens (805.291).

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova projeto que impede uso do princípio da insignificância em crimes contra mulher

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2526/25, que impede a aplicação do princípio da insignificância a crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher.

Pelo princípio da insignificância, também conhecido como bagatela, crimes com pouca ou nenhuma importância não devem ser punidos. Na prática, mesmo que uma conduta seja tecnicamente um crime, a pessoa não precisa ser punida se o dano causado for muito pequeno e não afeta a sociedade de forma relevante.

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

O texto aprovado insere a regra na Lei Maria da Penha. A relatora, deputada Maria Arraes (PSB-PE), recomendou a aprovação da proposta da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ).

“A incidência da insignificância é incompatível com a lógica da Lei Maria da Penha, cujo objetivo é justamente interromper o ciclo de violência antes que ele atinja níveis mais severos”, disse Maria Arraes no parecer aprovado.

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Segundo ela, o Superior Tribunal de Justiça, na Súmula 589, firmou entendimento de que “é inaplicável o princípio da insignificância nos crimes ou contravenções penais praticados contra a mulher no âmbito das relações domésticas”.

Da Reportagem/RM
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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