CUIABÁ
Search
Close this search box.

POLITÍCA NACIONAL

Comissão debate mudanças na proposta do Plano Nacional de Educação

Publicado em

POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realiza, na próxima terça-feira (28), audiência pública para debater mudanças no Plano Nacional de Educação (2024-2034).

O debate será realizado às 10 horas, em plenário a ser definido.

Veja quem foi convidado para o debate

O debate atende a pedido da deputada Professora Luciene Cavalcante (Psol-SP) e do deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ). Segundo os parlamentares, o objetivo é garantir a transparência  do texto ao público, diante das controvérsias e possíveis retrocessos identificados na proposta do novo Plano Nacional de Educação.

Eles argumentam que a redução do investimento público em educação para 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB), em comparação com os 10% originalmente propostos pelo Executivo, representa um grave retrocesso e ameaça o financiamento adequado das metas educacionais.

Os dois parlamentares também apontam que a exclusão do princípio da “qualidade socialmente referenciada” e o enfraquecimento do Fórum Nacional de Educação como instância de participação social comprometem o caráter democrático e emancipador da política educacional.

“A audiência pública é necessária para qualificar o texto legislativo, incorporando contribuições essenciais como a valorização dos profissionais da educação, a revisão democrática da Base Nacional Comum Curricular e a garantia da oferta de Educação de Jovens e Adultos”, afirmam.

Leia Também:  Motta cria grupo de trabalho para debater projeto que criminaliza a misoginia

Da Redação – RS

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLITÍCA NACIONAL

Motta defende análise de impacto fiscal sobre mudanças no faturamento de MEI

Publicados

em

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que é preciso analisar o impacto fiscal de eventuais mudanças no faturamento dos microempreendedores individuais (MEIs). Segundo ele, o texto já aprovado pelo Senado está em análise pela comissão especial criada para debater o tema.

Os senadores aprovaram o limite de R$ 130 mil anuais e a contratação de até dois funcionários (Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/21). Atualmente, para ser enquadrado como MEI, o faturamento da empresa deve ser de até R$ 81 mil e é permitida apenas a contratação de um funcionário. Para Motta, antes de votar, é preciso avaliar se as contas públicas suportam tal mudança.

“Levei ao presidente Lula esse pleito e queremos fortalecer esse debate e a discussão nos próximos dias”, disse Motta.

“Nos números do MEI, o Senado aprovou um reajuste de R$ 50 mil. Vamos entender o impacto fiscal disso. Por isso, é fundamental o diálogo com o governo para que as contas públicas suportem essa medida. Temos que fazer o diálogo para que aquilo que for aprovado represente, na prática, uma melhora para milhões de empresas inseridas nesse modelo”, defendeu o presidente.

Leia Também:  Mulheres parlamentares do BRICS defendem protagonismo feminino em ações climáticas

Fim da escala 6×1
Motta afirmou que ainda não há um cronograma para votar o projeto de lei encaminhado pelo Poder Executivo com urgência constitucional que trata do detalhamento da redução da jornada de trabalho.

Ele afirmou que vai aguardar a aprovação pelo Senado da proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, aprovada nesta quarta-feira pela Câmara. Ele disse ainda que acredita que o Senado dará celeridade à proposta.

Motta também comemorou a aprovação da PEC. “A minha avaliação é positiva. Conseguimos construir, de maneira equilibrada, aquilo que era uma demanda da população brasileira. Foi uma das maiores entregas aos trabalhadores do país. A última redução ocorreu ainda na Constituinte, há quase 40 anos. Depois disso, tivemos a oportunidade de compreender que, além do ganho econômico, precisamos olhar também para a qualidade de vida das pessoas”, afirmou Motta.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

Leia Também:  Para Motta, objetivo da reforma administrativa é um Estado mais leve com serviço melhor

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA