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POLITÍCA NACIONAL

Comissão debate intolerância religiosa contra povos de matriz africana

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POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados promove, nesta quarta-feira (10), audiência pública para discutir a intolerância contra povos e comunidades tradicionais de matriz africana.

O encontro será realizado às 16 horas, no plenário 9.

A audiência foi pedida pela deputada Erika Hilton (Psol-SP).

Segundo a parlamentar, povos como os do candomblé e da umbanda têm papel importante na formação cultural brasileira, mas ainda enfrentam discriminação e violência motivadas por racismo religioso.

Erika Hilton afirma que dados oficiais apontam o aumento dos casos de intolerância religiosa no país, com maior incidência contra praticantes de religiões de matriz africana. A situação, segundo ela, exige ações para garantir o respeito à diversidade de crenças.

Leis e acordos internacionais
A deputada ressalta ainda que a legislação brasileira e tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário asseguram a liberdade de crença e preveem medidas de combate à intolerância religiosa.

“A audiência pública é essencial para aprofundar a análise sobre os impactos do racismo religioso, bem como identificar soluções que permitam subsidiar a definição de medidas legislativas, administrativas ou institucionais que se mostrem mais adequadas para enfrentar a situação com a seriedade e a urgência que o tema exige”, afirma Erika Hilton.

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Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Projeto isenta de taxa de vestibular estudante de área afetada por desastre natural

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O Projeto de Lei 2189/24 concede isenção da taxa de inscrição em processos seletivos de ingresso nas instituições federais de educação superior a candidatos que comprovarem residência em local com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública nos últimos 36 meses.

A proposta em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei 12.799/13, que já trata das isenções nesses processos seletivos. Pelo texto, o candidato deverá apresentar documento expedido por órgão competente e comprovante de residência para ter acesso ao benefício.

“A ideia é garantir oportunidades aos estudantes, contribuindo para minimizar perdas materiais, financeiras, educacionais e emocionais com desastres”, disse o deputado Eduardo Velloso (Solidariedade-AC), ao justificar as mudanças.

Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Roberto Seabra

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Fonte: Câmara dos Deputados

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