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Comissão de Segurança Pública ouve ministro da Justiça nesta terça

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados ouve, nesta terça-feira (25), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski. O ministro foi convocado a pedido de 17 parlamentares de cinco partidos (PL, PP, União, PSD e Novo), num total de 25 requerimentos.

A audiência pública será realizada e está agendada para as 14h30, no plenário 6.

Os parlamentares querem ouvir Lewandowski sobre diversos temas, entre eles, a atuação do Governo Federal no apoio ao Estado do Rio de Janeiro no combate a facções criminosas.

Parlamentares também devem abordar o adiamento da transferência das competências de fiscalização dos Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs) do Exército Brasileiro para a Polícia Federal. A mudança, prevista inicialmente para janeiro de 2025, foi adiada para julho.

Outros temas incluem o sigilo sobre dados de fugas em presídios, o vazamento de relatórios da Polícia Federal envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e a formulação de políticas públicas de segurança.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova criação de programa de vigilância comunitária

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4402/25, que cria o programa Anjos da Guarda de Vigilância Comunitária (AGVC). O objetivo é incentivar a cultura de paz e a prevenção da violência por meio da colaboração entre cidadãos e autoridades.

De autoria do deputado Doutor Luizinho (PP-RJ), o projeto prevê que voluntários se organizem em núcleos comunitários para realizar a vigilância mútua e fortalecer os laços de vizinhança. A participação no programa seria voluntária e estritamente não armada, com o intuito de aumentar a confiança pública na segurança local e integrar a sociedade ao poder público.

O relator na comissão, deputado Eriberto Medeiros (PSB-PE), recomendou a aprovação do texto.

“A proposta não busca substituir as funções da polícia, nem criar estruturas paralelas de policiamento”, destacou Medeiros. “Em vez disso, busca aprofundar a participação social na promoção de ambientes seguros, o que altera a dinâmica de silenciamento e vulnerabilidade verificada em diversas comunidades”, afirmou.

Medeiros destacou ainda que a vedação ao uso de armas e ao exercício de funções típicas de polícia garante que a atuação dos voluntários permaneça no campo da prevenção e do auxílio em situações emergenciais.

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Inspiração
Segundo Doutor Luizinho, a proposição foi inspirada em modelos internacionais, como o Neighborhood Watch dos Estados Unidos e programas semelhantes no Reino Unido e no Canadá.

O relator também comparou a proposta ao modelo dos Centros Comunitários da Paz (Compaz), de Pernambuco, reconhecido por integrar segurança e cidadania. A Câmara, inclusive, aprovou o Projeto de Lei (PL 2215/23) que nacionaliza esses centros. A proposta aguarda análise do Senado.

“Assim como o Compaz, o programa Anjos da Guarda busca transformar a realidade das comunidades, ao integrar a segurança com a cidadania e o fortalecimento dos laços de vizinhança”, reforçou Eriberto Medeiros.

Próximos passos
O projeto de Doutor Luizinho tramita em caráter conclusivo e será analisado agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Marcia Becker

Fonte: Câmara dos Deputados

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