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POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova transparência para recursos destinados a mulheres, crianças e idosos e pessoas com deficiência

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POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei pelo qual as leis orçamentárias deverão ter um quadro demonstrativo com as despesas reservadas para programas e ações voltados a mulheres, crianças, idosos e pessoas com deficiência.

O texto aprovado é o substitutivo da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) ao Projeto de Lei Complementar (PLP 65/21), de autoria da deputada licenciada Leandre (PSD-PR).

“O projeto visa a aprimorar a transparência e a discussão pública acerca da alocação dos recursos orçamentários destinados às políticas públicas voltadas para grupos sociais específicos e para áreas que demandam cada vez mais a atenção dos poderes públicos”, justificou Carneiro.

Ajustes
Segundo ela, a medida não tem impactos no orçamento público, no entanto precisou ser ajustada.

Um dos ajustes foi para incluir temas e grupos a serem alcançados pelo projeto original, como povos indígenas, comunidades tradicionais, combate ao racismo, promoção da igualdade racial e meio ambiente.

Outra mudança proposta pela relatora adapta o texto ao  princípio da anualidade orçamentária demandado pela legislação brasileira.

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Com isso, o texto passa a estabelecer um quadro demonstrativo que deverá apresentar os valores liquidados no ano anterior e os programados para o exercício em curso.

Próximos passos
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Em seguida irá para o Plenário da Câmara. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Conheça a tramitação de projetos de lei complementar

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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