POLITÍCA NACIONAL
Comissão aprova projeto que suspende metas para prestador de serviços do SUS durante calamidade
POLITÍCA NACIONAL
A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que suspende, em situações de calamidade pública, as metas acertadas pelos prestadores de serviço de saúde com o Sistema Único de Saúde (SUS). Essas metas serão suspensas por no máximo 120 dias.
Conforme a proposta, essa suspensão dependerá de uma resolução do Conselho Municipal de Saúde. Durante o período determinado, os repasses financeiros aos prestadores de serviços do SUS deverão ser integralmente garantidos.
O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), para o Projeto de Lei 850/21, do deputado Pedro Westphalen (PP-RS) e outros dez parlamentares. A relatora considerou ainda duas propostas apensadas.
Segundo a relatora, o texto principal e um dos apensados (PL 187/23) tratavam da suspensão de metas durante a pandemia de Covid-19. Já o outro apensado (PL 4557/23), também de Pedro Westphalen, abordava o tema mais amplamente.
“Esta última proposta oferece solução mais adequada e duradoura para enfrentar crises sanitárias relevantes, pois permite a adaptação das metas contratuais do SUS em qualquer situação de calamidade pública”, esclareceu Rogéria Santos.
A legislação prevê incentivos para hospitais filantrópicos, laboratórios, clínicas e organizações sociais de saúde ou assistência social que prestam serviços ao SUS. Em troca, devem cumprir metas quantitativas e qualitativas no atendimento.
Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein
Fonte: Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
Plenário pode votar projeto que determina punição para quem descarta lixo em vias públicas
O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar, nesta quinta-feira (23), projeto de lei que determina que os planos municipais de gestão integrada de resíduos sólidos prevejam penalidade para pessoas físicas e jurídicas que descartem lixo em vias ou espaços públicos.
A medida está prevista no Projeto de Lei 580/22, do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP). A punição será proporcional ao volume de lixo descartado irregularmente e ao potencial poluidor. O relator é o deputado Marcelo Queiroz (PSDB-RJ)
A proposta insere dispositivos na Lei de Resíduos Sólidos. Segundo o texto, os envolvidos serão civil e administrativamente responsáveis pelos danos ambientais decorrentes dessas ações, sem prejuízo da eventual responsabilidade penal por crimes ambientais.
A sessão do Plenário está marcada para as 10 horas.
Da Redação – RL
Fonte: Câmara dos Deputados
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