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POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova projeto que prevê empréstimo para a revitalização de imóveis urbanos tombados

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POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui a Política Nacional de Incentivo à Reforma e Modernização de Imóveis Urbanos Tombados. O objetivo é promover a revitalização das fachadas de imóveis históricos.

O texto aprovado é a versão do relator, deputado Hildo Rocha (MDB-MA), para o Projeto de Lei 1037/24, do deputado Clodoaldo Magalhães (PV-PE). O relator fez ajustes na redação e apresentou um texto substitutivo. O projeto original se referia genericamente a imóveis residenciais.

Diante do cenário fiscal, Hildo Rocha propôs a restrição do benefício aos imóveis tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “As intervenções necessárias são geralmente custosas”, afirmou ele no parecer.

Principais pontos
A proposta aprovada prevê a oferta de linhas de crédito específicas nos bancos oficiais destinadas a donos de imóveis em áreas urbanas que necessitem das obras, sejam eles pessoa física ou órgãos públicos subnacionais.

As reformas deverão observar padrões estéticos e técnicos definidos por órgãos competentes, visando à valorização do patrimônio histórico e arquitetônico das cidades. A fiscalização caberá aos bancos financiadores e a órgãos municipais.

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Na justificativa que acompanha o projeto original, o deputado Clodoaldo Magalhães defendeu a importância da preservação da identidade cultural das cidades e a necessidade de apoio financeiro para viabilizar essas obras.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Motta diz que combate à violência contra a mulher é prioridade na Câmara

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o combate à violência contra a mulher e ao feminicídio é prioridade para a Casa.

Segundo ele, o grupo de trabalho (GT) criado para debater o projeto de lei que criminaliza a misoginia (PL 896/23) será instalado na próxima semana, e já estão previstas quatro audiências públicas.

O GT, coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP), deve apresentar um parecer até o início de junho para que a proposta seja debatida pelas bancadas.

“Já demonstramos essa prioridade com um grande volume de projetos aprovados, como o que coloca tornozeleira eletrônica em agressor de mulher, os que endureceram as penas contra quem comete violência contra a mulher, e propostas que previnem a violência”, afirmou o presidente.

“Somos signatários do pacto contra o feminicídio, que foi assinado com os demais Poderes para mudar a realidade no país”, acrescentou.

O que diz o projeto
O PL 896/23, já aprovado no Senado, equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo, tornando-a inafiançável e imprescritível.

A proposta prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e discriminação baseada na crença de supremacia masculina.

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Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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