CUIABÁ
Search
Close this search box.

POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova projeto que prevê capacitação para auxiliares se tornarem técnicos de enfermagem

Publicado em

POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga instituições de saúde, com apoio dos conselhos de enfermagem, a incentivar a qualificação de auxiliares para que se tornem técnicos por meio de cursos em instituições de ensino legalmente reconhecidas.

Segundo o texto, as instituições deverão ainda ofertar cursos livres e certificações para o aperfeiçoamento profissional continuado da categoria da enfermagem.

A comissão aprovou o substitutivo do relator, deputado Antonio Andrade (Republicanos-TO), que propôs alterações no Projeto de Lei 190/25, do deputado Bruno Farias (Avante-MG), e no projeto apensado – PL 1090/25, da deputada Enfermeira Ana Paula (Pode-CE).

O texto original do PL 190/25 estabelecia critérios para o reenquadramento dos auxiliares de enfermagem em técnicos de enfermagem. Já o relator, em vez de prever o reenquadramento automático do técnico que exerce atividades de auxiliar por pelo menos quatro anos, propôs incentivar a capacitação formal dos profissionais.

“Essa prática configuraria exercício ilegal da profissão de técnico de enfermagem, o que não poderia ser considerado requisito para qualquer possível direito ou benefício”, disse. “O País deve zelar para que os profissionais legalmente habilitados para a assistência aos pacientes possuam a competência necessária para atuar”, acrescentou.

Leia Também:  Câmara dos Deputados pode analisar hoje o projeto da Lei do Mar

O texto aprovado altera a Lei do Exercício Profissional da Enfermagem.

Próximas etapas
A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

Propaganda

POLITÍCA NACIONAL

Projeto prevê incentivo fiscal para empresa privada que promover doação de sangue

Publicados

em

O Projeto de Lei 871/26, da deputada Geovania de Sá (Republicanos-SC), cria o Programa Empresa Doadora de Sangue para incentivar a doação voluntária e regular de sangue. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

“A doação de sangue é um ato de solidariedade fundamental, mas a captação enfrenta desafios constantes”, afirma a deputada. “O engajamento do setor privado, por meio de incentivos concretos, é uma estratégia inovadora e sustentável para garantir a regularidade das doações”, acrescenta.

Como participar
A participação será formalizada por meio de um termo de compromisso entre a empresa privada e os hemocentros locais ou o Ministério da Saúde.

As empresas tributadas pelo regime de lucro real também poderão aderir ao programa.

Para participar, as empresas deverão:

  • promover, pelo menos, uma campanha interna anual sobre a importância da doação de sangue e do programa;
  • incentivar os empregados a doar sangue pelo menos uma vez ao ano;
  • garantir dispensa remunerada ao empregado no dia da doação, sem prejuízo salarial ou de outros direitos;
  • manter registro atualizado dos funcionários doadores, com as comprovações das doações, de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.
Leia Também:  Comissão aprova proposta que proíbe agente público de manter conta em paraíso fiscal

Benefícios
A empresa participante poderá deduzir do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) parte das despesas com a implantação e desenvolvimento do programa, como transporte de doadores e custo dos dias de afastamento.

Essa dedução será limitada a 1% do Imposto de Renda devido pela empresa.

As empresas que aderirem ao programa também poderão:

  • receber um selo oficial reconhecendo a empresa como socialmente responsável;
  • ter prioridade em licitações públicas, por meio de pontuação adicional ou critérios de desempate;
  • ser citadas em campanhas institucionais promovidas pelos hemocentros.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado por deputados e senadores.

Reportagem – Raquel Keoui
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA