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Câmara inaugura mostra sobre a participação dos negros no setor de moda

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Como parte das iniciativas em comemoração ao Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, a Câmara dos Deputados inaugurou uma exposição que destaca a importância dos negros na cadeia produtiva da moda no Brasil. A mostra poderá ser vista até 19 de dezembro no Corredor Tereza de Benguela, que liga o prédio principal ao anexo das comissões.

De acordo com os curadores, desde o período colonial até hoje, os negros trabalham no cultivo do algodão, na tecelagem e na confecção. Mais recentemente, têm se destacado como estilistas, fotógrafos e empresários da moda.

A mostra então é composta de textos, fotos, vídeos, tecidos, roupas e acessórios. Ela apresenta esse diálogo entre passado e presente, questionando estereótipos relacionados ao bem-vestir. Um dos objetivos é fazer com que os visitantes reflitam sobre como a resistência e a criatividade do povo negro se converteram em autoafirmação e transformação social.

O deputado Damião Feliciano (União-PB), coordenador da bancada negra da Câmara, participou da inauguração e comentou que a consciência negra é um processo que vai mudando a vida das pessoas. “Veja que hoje muitas mulheres, muitos jovens, muitas meninas assumem a negritude com seus cabelos. Até uns dez anos atrás não tinha tanto essa posição.”

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A exposição “Tecendo Histórias – A Trama Negra na Moda Brasileira” pode ser visitada de segunda a sexta entre 9 e 17 horas.

E até domingo, 24 de novembro, o Congresso Nacional recebe uma iluminação especial na cor laranja e projeções como parte das ações em homenagem ao Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova avaliação periódica da saúde mental de agentes de segurança pública

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3744/24, que determina a avaliação periódica da saúde mental dos profissionais de segurança pública.

A proposta aprovada altera a Lei 13.675/18, que criou o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e já prevê avaliações periódicas de saúde para policiais e outros agentes. O texto aprovado complementa as regras ao prever que:

  • a primeira avaliação de saúde mental será feita no início do curso de formação na carreira; e
  • após a avaliação inicial, deverão ser feitas avaliações periódicas, com intervalo máximo de dois anos.

O relator, deputado Dr Flávio (PL-RJ), recomendou a aprovação. “Esta proposta traz acréscimos necessários e pertinentes que objetivam o trato da saúde mental de profissionais expostos a riscos diários”, afirmou ele no parecer aprovado.

Segundo Dr. Flávio, os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024 revelaram “aumento alarmante nas ocorrências de suicídio”, especialmente em São Paulo (80%) e Rio de Janeiro (117%), conforme as polícias Civil e Militar.

Para o autor da proposta, deputado Pedro Aihara (PP-MG), “as avaliações a cada dois anos permitirão o monitoramento constante da saúde mental, prevenindo casos de transtornos como ansiedade, depressão e estresse pós-traumático”.

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Outras medidas
Caso seja constatado, em quaisquer avaliações, que o profissional apresenta algum transtorno mental, ele deverá ser imediatamente encaminhado para acompanhamento psicológico. Se for o caso, também para o serviço médico.

Os órgãos de segurança pública deverão manter estrutura apropriada e equipes de saúde, responsáveis ainda por eventual busca ativa, com discrição e respeito à intimidade. O acompanhamento psicológico durará o tempo necessário.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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